quinta-feira, 31 de maio de 2018

My musical ride - Hanson Day 2018


Dois anos depois, lá estava eu com um nó na garganta embarcando pra Tulsa de novo. No ano passado, estava super grávida esperando Aninha chegar a qualquer momento. Achei inclusive que ia entrar em trabalho de parto durante aquele final de semana. Acompanhei tudo pelas minhas amigas e morri de vontade de estar lá. 

Deu pra matar um pouquinho de saudade dos meus meninos em agosto, quando vieram ao Rio em turnê. Foi uma pequena aventura deixar minha baby com três meses em casa e ficar longe dela por algumas horas. Acabou sendo um ensaio pra Tulsa esse ano. Foi difícil pra mamãe aqui, ainda assim recompensador sacrificar um tempinho pra ver as amigas e tirar umas mini férias. Quando digo férias, não significa descanso, principalmente quando se trata de Tulsa. Fui alguns dias antes do evento começar pra curtir um pouco a cidade e a companhia das amigas sem correria. Era maravilhoso pisar na minha Graceland de novo. Coisas que só fã entende!

Dessa vez, foi ainda mais incrível por poder encontrar rostinhos conhecidos já no aeroporto, tornava um pouco menos assustador viajar sozinha agora do que quando fui em 2016, quando todos os meus contatos eram só virtuais. 


  • Lanches
Fico em dúvida se gosto mais da cidade pelo Hanson ou pela comida. Quem me conhece, sabe como eu amo mexicano e Tulsa é um paraíso pra isso. Não sei se no próprio México tem tanta opção de restaurante mexicano assim, haha. Me contem, vcs que são mais viajantes. 
Mexicali

Acho que dessa vez bati o recorde ao comer no Mexicali cinco vezes. É tão conveniente, perto de tudo, e... mexicano! A frozen margarita de lá é maravilhosa, além da comida, é claro. Todo dia, um garçom me perguntava "você não estava aqui ontem?" Hahaha.

Outra parada obrigatória e conveniente é na Antoinette, uma confeitaria/café coladinha no 3CG onde a gente para pra recuperar a energia das andanças com cafeína. Senti falta de opções salgadas todas as vezes que fui. Talvez tivessem mais opções no cardápio, que não pedi pra ver. Com base no que estava à mostra no balcão, era uma explosão de cor e açúcar. 

Antoinette

Fui conhecer o Torchys Tacos, que é um outro mexicano fofo perto da Ida Red em Brookside. A atendente era superdivertida e os soft tacos deliciosos.
Torchys Tacos

  • Pontos Hanson "turísticos"

Os arredores do estúdio merecem uma paradinha pra fotos. Sempre tem alguém tirando uma fotinho em qualquer horário do dia nons murais coloridos e a porta do 3CG. Parece tão simples, mas pra muitas(os) é a realização de um sonho de adolescente ou ainda uma oportunidade de matar a saudade daquele lugar e agradecer a Deus por poder estar de volta. Foi assim pra mim. O coração transbordava de alegria e a cara de boba não dava pra disfarçar, sem contar com o medinho de algum Hanson abrir a porta e pá! "Oi, querido!"




  • Hanson day
Pra mim o evento começa quando você encontra um Hanson. Encontramos Isaac no restaurante com um dos filhos (não lembro o nome), aparentemente assistindo basquete. Mas ele ficou lá de boa e ninguém incomodou, mesmo tendo algumas fãs por lá. O lugar era bastante discreto e todas pareciam estar lá mesmo pelas batatas fritas.




DIA 1

Encontramos Taylor e Zac sem querer querendo e tiramos algumas fotos. Nem tinha me registrado no evento ainda e já tinha visto os três. Já podia voltar pra casa!


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Claro que não! Queria mais!



Deixamos pra passar no registration mais tarde, ficando com a manhã mais livre. À tarde, debaixo de um sol de rachar Isaac distraía a gente fazendo uma live pro instagram. Que sol!!! Achei que ia desmaiar de tanto calor.



Depois de pegar meu EP e ingressos, corri em casa (fiquei na casa da amiga) pra me arrumar e voltar pro karaokê com Ike. Foi uma surpresa ter o Mac animando a noite. Ele fez o evento ser muito divertido.

Karaokê

Enquanto o karaokê rolava com a aparição de Taylor e a bagunça de Mac com Ike, acontecia o Movie in the park no Guthrie Green com Zac rodeando o evento.

Fechei a noite no Hunt Club no show do All About a Bubble, uma banda de Tulsa que conheci na primeira vez que fui ao Hday. A casa era pequena, mas o show foi muito bacana. É muito legal ouvi-los ao vivo.

All About a Bubble

DIA 2


Aquele dia que a gente se acorda disposta a se montar. Dia da foto oficial que dura microssegundos e a gente usa uma roupa bonitinha. Acho que foi o único dia que passei mais tempo em filas. Primeiro pra foto e depois pro Storytellers, com uma fugidinha pra comer um sanduíche e voltar. Dica: Se você está em grupo, é super tranquilo se revezar pra ir comer alguma coisa sem perder o lugar na fila.

Não estive no Storytellers no ano passado e não lembro dos relatos, mas tive a ideia que seria muito mais falado do que cantado/tocado. Acabaram falando um pouco antes de cada música e pareceu mais um mini show. Pra minha agradável surpresa, trouxeram a bateria pra beirada do palco e consegui ficar bem pertinho do meu baterista preferido. Não dava nem zoom direito de tão pertinho. Fiquei muito feliz!


Storytellers

Lá fomos nós correndo em casa pra voltar bonitas e cheirosas pra Game night com Zac e depois ir direto para a Dance Party com Taylor.

A Game night foi divertida pra quem sabia jogar, eu estava Perdidinha da Silva Sauro. Foram quatro jogos que eu não fazia ideia de como jogar e quando começava a entender, ploft, mudava o jogo. Uma comédia! Entre uma rodada e outra, Zac veio na nossa mesa e ficou debruçado ao meu lado extremamente simpático e sorridente perguntando se estávamos gostando do jogo, etc. Eu confesso que esqueceria como jogar até dominó numa hora dessas. Que belo!

Game night

Ele estava abraçando gratuitamente (bem, nem tanto) todo mundo, gravando vídeo e tirando fotos. Um amorzinho de pessoa, um docinho de limão!

Corri pra encontrar as amigas que não foram pro game e retoquei o batonzinho pra dance party. Chegamos lá no Cain's já encontrando uma fila lá dentro pra tirar fotos animadas. Tudo tem fila nesse Hanson Day! Mas papai do céu é tão bom que Taylor estava saindo lá da toca pra começar a festa bem na nossa vez de tirar foto e tcharamm!






Dançamos e nos divertimos tanto durante a fest que esquecia completamente quem era o DJ da festa. Claro, até tocar Somebody to love, da Whitney Houston, e lembrar que Taylor Hanson was in the house. Que gosto peculiar pra músicas!


DIA 3




Sábado foi dia de passear, ficar livre, comer donuts, ir pra Listening party e se aprontar pro State of the band/show. Infelizmente, a bateria tinha voltado pro lugar de sempre, e meu querido Zeca estava lá atrás de novo.

A setlist tava pegando fogo e meu coração não estava aguentando tanta emoção. Um dos highlights pra mim foi Taylor tocando bateria em Gold miner, que pela primeira vez ouvíamos ao vivo. Foi um show especial!

State of the band



O show acabou um pouco mais tarde que o previsto e acabou nos atrasando um pouco pro jantar do Hop Jam, Firkin feast. Renovei o look dentro do carro mesmo, dando um tcham na maquiagem pra parecer mais arrumadinha e lá fomos nós pro mesmo local onde tinha sido a Game night na noite anterior.

O menu era super fancy e com quatro rodadas de pratos e cervejas. Foi muito agradável e super bem vindo depois de gastar energia no show. Os três meninos estavam presentes sentados em uma mesa distante da nossa, mas sob nossos olhares atentos. Eu amei as cervejas e confesso que fiquei "bem legal" com elas, já que as artesanais e tendem a ser mais fortes que as comuns.

Uma das minhas amigas fez esse momento acontecer dizendo ao Zac que eu queria tirar foto com ele e tinha vindo de longe. Eu não usaria esse argumento, foi bem coisa da cabeça dela, mas nós estamos reclamando? Claro que não!!! Antes que ela terminasse de falar, ele já estava todo abrindo as asas pra mim. Sonha, Alice! Mas lembro que por alguns segundos antes de ir, eu pensei: "Eita ferro, chamou pro abraço!" Pena que a Globo não tava filmando isso. Nessa hora ainda tinha pouca gente ao redor pedindo fotos e ele já estava bem perto da porta já pronto pra fugir, hahaha. 

Firkin feast

Ele foi super querido e eu fiquei bem Kate Middleton esperando a reação dele. Ai, meu coração! Foi nosso momento red carpet sem o carpet, hahah. Todas as minhas amigas tiraram fotos e eu não sabia pra onde olhar, muito menos onde estava meu telefone em meio a tantos. O importante é que a foto aconteceu!!! Fiquei tão feliz que fui embora sem falar com os outros irmãos. Culpa das breja e da lindeza daquele sorriso.



HOP JAM


Hop Jam

Acho que o dia do festival de cerveja é um dos meus preferidos. Não tinha como aquele final de semana terminar melhor! Nós temos mais liberdade pra circular, sem stress, sem horário corrido. A edição desse ano estava bem cheia na área de degustação das cervejas que tomava boa parte da Main street. Experimentei várias cervejas bem diferentes ao longo do dia e sempre bebendo muita água por causa do calorão. Passamos um tempo no parque descansando e vendo quase toda a família Hanson pra lá e pra cá. No fim do evento, espiei o palco do Hop Jam da janela do quarto das amigas no hotel, filmando Zac pra lá e pra cá. Não consigo ser imparcial e nem tento. Perceberam, né?!

Encerramos o domingo com um nozinho na garganta e o olho marejando só de pensar na hora de ir embora.



No dia seguinte, fui encontrar minha meninas para um café na Antoinette e depois fui resolver comprinhas de última hora. Daí em diante, foi só chororô. Desidratei em cada despedida. É ótimo ter amigas ao redor do mudo e ao mesmo tempo, péssimo! A gente sofre tanto por estar tão longe.

Esse Hanson Day foi especial pra mim principalmente por causa das pessoas e os meninos foram a cerejinha do bolo. Mais uma vez, encarei medos, venci vários desafios, aprendi a controlar a ansiedade e, com a saudade, valorizei ainda mais os momentos com a minha família em casa. Sinto-me abençoada por ter tanta gente amada ao meu redor. Perto ou longe, com amor e muita música.



"Come on this musical ride with me

It might just change the life you think you're gonna lead

If I'm right you might just stop and see

I'll take your breath away

Show you more than you have known

And everyday

I'll give you all this, nothing, and more"


Musical Ride - Hanson


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Do. Go. Be. - Show do Hanson no Brasil

Oi, galery!

Faz bastante tempo que não blogo, mas queria começar dizendo que fiquei feliz com a repercussão dos posts anteriores e por muitas de vocês me procurarem nas redes pra compartilhar seus planos. Isso mesmo, vai lá! Do. Go. Be.

O post de hoje não tem dicas comos os outros, mas sim para compartilhar sobre a minha primeira vez vendo Hanson no Brasil. Sim, que vergonha! Fã caquética e nunca tinha ido, não sabia o que esperar. Em turnês anteriores, eu não pude ir por motivos de vacas magras mesmo. Mooo! Quando fiquei grandinha prometi pra mim que não iria mais passar vontade com show nenhum, nem deles nem de ninguém que gostasse (alô, Timberlake!). A vida é muito curta pra não comprar ingressos... e maquiagem.

Vocês lembram que na Jamaica eu estava gravidinha, né?! Pois a boneca nasceu e estava aqui dependendo do restaurante da mamãe, a.k.a. mamazinho. Tratei de deixar um estoque de leite pra passar o dia longe da minha filhota pela primeira vez. Aqui no Rio nós tivemos MOE e eu teria que sair mais cedo ainda. 

Ela é blogueirinha ela


Uma das melhores coisas dos eventos Hanson é conhecer ou rever muita gente boa. Pude abraçar um montão de amiga linda que só conhecia pela internet. 




MOE

Cheguei às 13h no Via Parque e fomos comemorar o aniversário de uma amiga Hanson, a Alexandra, com um bolo Hanson, lógico. Aliás, ela mesma quem fez e trabalha com isso, deem uma olhada no perfil de trabalho no Instagram @belasweetetc, só clicar no link.



O MOE teve um setlist meio duvidoso pro meu gosto, mas eu sou chatinha, então pulem essa parte. Das seis músicas que cantaram, o highlight pra mim foi Best of times.

Amo demais essa música e estar pertinho do Ike foi melhor ainda, hehe. Nunca quero ficar perto do Taylor por causa do piano bloqueando a visão e por ele ser meu menos amado. Ops!


Fotos

Tivemos o momento de perguntas e respostas e em seguida, fotos. Em grupos de dez pessoas, foi bem parecido com Hanson day nesse sentido. Aquele desespero que bate pra conseguir ficar perto do seu brother preferido. Dessa vez, estava focada em ficar perto do Isaac. Você pergunta: mas ela não era Zac girl? E eu te digo: mas ela é doida. 
Depois da foto, a mal educada aqui foi falar com os outros dois rapazes porque eu entrei cegaaa. A gente faz cada coisa! Fico lesada sempre que estou perto deles. Surda, cega e lesa.
Saí abestada por Isaac ter lembrado de mim na Jamaica. “Claro que lembro, como tá a bebê? Com quantos meses ela tá agora?” Definições de best friend atualizadas. 

Eu colocaria a foto do MOE aqui mas cadê, hein, hanson.net?


Show

O show foi maravilhoso e eu fiquei impressionada com a energia dos meninos, principalmente do Taylor. Fiquei cansada só de olhar! Fiquei na primeila fila durante o MOE e na segunda fila na hora do show sem sofrimento e sem empurra-empurra, pra minha surpresa. Já presenciei shows mais problemáticos nesse sentido. Graças a Deus, foi super tranquilo. Aqui, algumas fotos do Rio de Janeiro.



Acompanhei nas redes as amigas que viajaram pra todos os shows pelo Brasil e foi incrível. Superou minhas expectativas! Se você não pode ir dessa vez, não fique triste, se prepare para a próxima. 

Beijos, 
Ale


quarta-feira, 1 de março de 2017

BTTI 2017 - Hanson, praia e paz (é possível!)

Dia 1


 A vibe do resort já te deixa mais relaxada(o) durante o dia pra curtir o show na paz de Deus. Esse ano, o primeiro show estava marcado para às 10h da noite, então tivemos o dia inteirinho livre pra curtir o resort (ou fica sentada em frente ao palco pra garantir primeira fila). Mas veja se tem cabimento vender os rins na OLX pra ficar sentada na areia esperando show começar?! Há quem goste. Tomar uns drinks na praia conversando com as amigas me parece bem mais interessante.

Pra que se preocupar, não é mesmo?
Os participantes votaram (ou sugeriram, não lembro) no site os temas dos shows e na primeira noite o tema foi Rock. A setlist foi muito bem montada porque cantaram musicas do primeiro ao mais recente (2013, bleh) cd que eu sempre quis ouvir ao vivo, como Fired Up, Look At You, You Can't Stop Us, etc. Claro que teve I Believe In A Thing Called Love, porque sim!!!



Dia 2

O dia foi um pouco mais agitado já que teríamos tie dye no final da manhã, show solo do Isaac à tarde, show "acústico" e jogo com Zac depois de tudo.

Tie dye
Os grupos vermelho e verde foram distribuídos pra fazer essa atividade em dias diferentes por motivo de organização. E foi exatamente o que não tivemos no primeiro dia de tie dye. Muita gente circulando e pedindo selfies o tempo todo, inclusive pessoas que eram de outro grupo, os meninos chegando atrasados (porque isso me espanta? Hanson Time!), não tinha luva pra todo mundo e muito menos um espacinho na mesa. 

Observe o tanto de gente!

Cansei de esperar pra fazer a camiseta COM eles e fiz logo do jeito que eu achava que era mesmo. No dia seguinte, eu não estava presente no resort, mas pelas fotos que vi, a atividade pareceu muito mais organizada e em paz. 
Até que não ficou tão péssimo pra primeira vez (pode deixar comentários dizendo que ficou ruim sim) e resolvi mostrar pra Isaac e Taylor, que deixou uma marca da mãozona com tinta vermelha, claramente estragando minha obra de arte com as cores previamente estudadas pra fazer minha brusinha ficar um arraso. Não fui mostrar pra Zac porque ele estava muito bonito. Hahaha, não ri! Aproveitei câmeras amigas e meio que ninguém sabia bem pra onde olhar, mas ta aí.



Shows 

No final da tarde tivemos um show lindo do Isaac que fez todo mundo desidratar de chorar. Muito especial! Mais tarde o show foi acústico e eu já não estava naquele pique de assitir de bem pertinho. Uma das vantagens do BTTI é que você decide o quanto quer estar próxima do palco devido ao número reduzido de pessoas. Em comparação com Hanson day, onde as pessoas dormem na fila um dia antes, é uma baita vantagem. O mais cedo que cheguei pra algum show na ilha foi uma hora antes e fiquei na terceira fila. Acho razoável.



*Sabe porque eu não queria ficar perto? Medo do Isaac. Sempre achei que ele não reparava em nada enquanto estava concentrado lá nos acordes dele. Mas conversando com o rapaz no tie dye, ele disse que lembrou de mim na terceira fila. Oi? Precisamente. Com a camiseta do Hanson baby, aquela que mostrei no post anterior. Sabia onde eu estava e a roupa que eu tava usando? Imagina só o mico de não saber cantar direitinho um monte de músicas enquanto estava sendo julgada. Fiquei assustada e correndo dele em todos os shows!
*Alguém comentou que eu estava grávida e ele perguntou sobre o bebê também com aquele jeitão de pai. Muito queridinho!


Cards against humanity

Zac finalizou as atividades do dia jogando com as fãs que eram sorteadas pra subir ao palco. Não ouso explicar o jogo já que nunca brinquei e vocês podem dizer: que tonta! Não é nada disso. Então, deixa quieto. A melhor pergunta do jogo foi "Como eu perdi a virgindade?". O povo ficou alvoroçado  enquanto ele estava bem soltinho fazendo macaquices.

Meu app de fotos gerou esse gif simpático

Dia 3

Depois de voltar feliz e saltitante do parque dos golfinhos, era hora do show do unicórnio a.k.a. Taylor Hanson. Eis que vem de branco esse ser de luz. Não vou repetir sobre minha simpatia por Taylor no palco, mas não dá pra deixar de comentar que sozinho ele fica mais relaxado porque, não adianta, a gente só vai prestar atenção nele mesmo. Não tem Zac pra perturbar nem Isaac pra rir da zueira ele fica muito felizinho por ser o centro das atenções. Be My Own, I Will Come To You e Save Me foram boas escolhas pro set solo.


À noite, teve show dos convidados mas não assisti nenhum porque nem me dei ao trabalho de conhecer a música dos rapazes, então comer com mais tranquilidade foi a opção antes de ir pro jogo com Isaac.


Family Feud

Mais um joguinho que americano gosta e a gente não faz muita ideia (eu não faço). A brincadeira foi bem longa, acho que mais de duas horas de jogo, mas Isaac tem o poder de me seduzir me entreter mesmo quando o troço é pouco interessante. Daí deu fome de novo e fui atrás de um hamburguer com batata frita na praia. Outro ponto maravilhoso do BTTI: comida à vontade 24h, enquanto em Tulsa você pode ficar à míngua se não se cuidar.

Espero que vocês sejam minhas amigas e me amem a ponto de perdoar a falta de qualidade das minhas fotos.


Dia 4

O último dia de evento foi mais que especial, pra fechar com chave de ouro. Eita, que brega! Seria por causa dessa vista e desse céu lindo? Poderia ser.


Seria porque tínhamos tacos no almoço? Clarooo!


Mentira. É porque sábado foi o dia de foto + Show solo do Zac + Show com tema Members Only (com músicas dos EPs) + Dance party do Taylor. Minha barriga de gestante ficou cansada por antecipação, mas a gente foi lá pra isso, né?
A foto oficial mesmo ficou com a qualidade bem comprometida em comparação às fotos que nosso amigo quiçá best friend tirou da gente.





Como podemos observar, taí demonstração de amor puro, amor sincero e um pouco de ciúmes... do Zac por mim, claro. Nunca o contrário. Já inventei umas 35 legendas diferentes pra essas fotos porque, né, a pessoa não é boa. Mas a preferida e bem sem graça (lógico) é: Tá bom... tá bom, Taylor. Largaa... Ê, minha vez!

Abracei Isaac também mas foi bem rápido porque eu não conseguia raciocinar, falar e abraçar lentamente. Às amigas que já ouviram essa história zilhões de vezes, pulem para o próximo parágrafo. Eu fui chegando toda "abracilda" pra foto, nada de apertar a mão. Só os verei novamente ano que vem por causa do baby e assim me justifiquei, extraindo sorrisos e abraços. Você vê que a pessoa explorou bem a gravidez até o último dia da viagem, nem eu estava mais me aguentando com esse caô. E conforme eu tinha falado com Zacarias antes, se eu conseguir a proeza de dar a luz no dia 6 de Maio, já tenha preparado meu pin super especial, que Taylor pôs o nome de Hanson Baby pin. Veremos!

No fim da tarde, tivemos o último show solo com Zac que estava ridiculamente lindo e afinadinho. Eu nunca tinha ouvido a voz dele em show solo, né. Coisa mais querida! Fez até gostar de No Sleep for Banditos, que sempre pulo no player quando estou ouvindo.
No show de encerramento com músicas dos EPs, eles escolheram mais músicas bacanas que eu esperava ouvir de novo como No Rest For The Weary e Feeling Alive ou pela primeira vez como Freak Out. E que bichou morde taylor toda vez que ele canta Roller Coaster Love e Give a Little? Vixe! Deus abençoe.


A noite fechou com a Dance party do DJ Taylor depois do show. Prometo não criticar, só vou dizer que a playlist dele continua interessante. Aí deixo aberto a várias interpretações. Só relevo por ter tocado Bruno Mars e Justin Timberlake, muito obrigada! Mas tive que sair da festa antes de acabar (nem foi tanto sacrifício assim) pra observar que Seu Zacarias estava lá na praia expondo sua figura. Depois das 22h???? Milagre! Então ficar por lá se tornou mais interessante que dançar Whitney Houston com seus hits de início de carreira.

Sinto que estou esquecendo de contar alguma coisa, mas qualquer dúvida podem perguntar. Ah, em relação ao último dia de evento, acaba sendo o sábado mesmo, pois no domingo é só pra você terminar de organizar as coisas e voltar pra casa.
Espero que tenham gostado desse blog cheio de presepadas e que os posts ajudem em alguma coisa nas suas próximas viagens de fã.

Beijos, 
Alê

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

BTTI 2017 - partindo pra Jamaica

Dias antes de embarcar pra Tulsa, acabei embarcando em outra loucura sem tamanho. Fiz minha reserva para o Back to the Island com uma amiga que tinha conhecido pelo Facebook há 10 dias. A gente ri disso até hoje e graças a Deus nenhuma das duas era psicopata. Quer dizer, acho que não.
Me perguntam sobre qual o melhor evento Hanson, comparando Hanson Day com BTTI... não é fácil comparar porque são bastante diferentes e as duas experiências valem a pena. Vou falar melhor disso mais adiante.

Assim como na viagem pra Tulsa, cheguei uns dias antes na Jamaica pra aproveitar e conhecer um pouco mais o lugar além dos muros do hotel. O resort é ótimo mas a Jamaica é muito linda pra gente ficar presa por 4 dias esperando os shows começarem. Então visitamos o mausoléu de Bob Marley, a Lagoa luminosa, fomos nadar com golfinhos, etc.



Vista do Pipers Cove Resort, vizinho ao Jewel, onde nos hospedamos nos dias anteriores ao evento.

Mausoléu de Bob Marley -  onde ele viveu boa parte da vida e está sepultado junto com sua guitarra. O lugar é super alto astral, com uma banda de reggae tocando ao vivo, guias muito animados e bar com bebidas temáticas.

Em todos os locais durante o passeio na casa do Bob Marley você vê placas avisando que o consumo da "verdinha" é de sua responsabilidade por não ser legalizado, porém pessoas usam e consomem livremente durante o passeio e ninguém é proibido de entrar fumando dentro dos ambientes. 

*Não tenho fotos da Lagoa luminosa porque o passeio é no escuridão total. Até o barco fica com as luzes apagadas para que a gente possa ver a água da lagoa ficar florescente ao ser agitada. Tentei tirar fotos com o telefone usando flash mas não funcionou bem. Pesquisem sobre "luminous lagoon" ou "glistening waters" no google para verem fotos bacanas.

Passados os primeiros dias, era hora de migrar para o resort certo, aquele que nos daria muita alegria revendo amigas, fazendo mais amizades, descansando e vendo Hanson. Não sei se mencionei antes, mas em Janeiro estava grávida de 5 meses e a vibe do evento foi super tranquila. A única chateação era ver o bar liberado e não poder beber, haha. Pedi todos os drinks sem álcool e os bartenders já me conheciam quando me aproximava do balcão. Foi engraçado.


Vista da praia no Jewel Resort.

O evento e os shows tem um número de fãs bem menor que em Tulsa (por volta de 400 pessoas) e as atividades envolvendo a banda são em sua maioria ao final da tarde. As pessoas são menos desesperadas, exceto aquelas que acampam em frente ao palco o dia todo e deixam de aproveitar o resort. Mas realmente não há necessidade disso pra conseguir assistir aos shows em um bom lugar. Eu ia para os shows faltando meia hora ou em cima da hora de começar e ficava na terceira ou, no máximo 5ª, 6ª fileira sem empurra-empurra, sem encostar em ninguém, muito tranquilo pra todo mundo e ainda mais quando viam que eu estava grávida, aí tinham cuidado extra.

Camiseta que ganhei da amiga canadense pra usar no primeiro dia de show.

Vou falar mais sobre cada dia de evento no próximo post.


OBS.: Agora que o próximo BTTI foi anunciado para 2018, recebi umas perguntas sobre pagamento e outros detalhes. Vou tentar explicar rapidinho.

Visto e vacinas

Para entrar na jamaica, você não precisa de visto. Há não ser que faça escala em países com essa exigência. Acredito que atualmente os voos vão pelos EUA e Panamá.
Se você está saindo do Brasil, precisa estar com a vacina de febre amarela em dia. Ela tem validade de 10 anos e precisa ser tomada pelo menos 10 dias antes da viagem. Com isso, se ainda não tem, você precisa do seu cartão internacional de vacinas. Ele é feito no posto da ANVISA, localizado nos aeroportos mesmo. É rápido, não custa nada, fica pronto na hora e você só precisa levar o comprovante do posto ou clínica onde tomou a vacina pra que eles validem.

Entrada

Você tem a opção de ter uma roomie ou ficar sozinha. O valor varia de acordo com o número de pessoas (1 ou 2) e tipo de acomodação, mas a entrada é de $800 por quarto/ $400 por pessoa. 

Parcelamento

Você pode parcelar nas duas formas sugeridas:
* A segunda parcela em 1º de Julho no valor de $1000 por quarto/ $500 por pessoa e o restante em 1º de Outubro.
* Depois do pagamento da entrada, você pode pagar todo dia 1º de cada mês até Outubro. Acho essa opção mais suave e foi a que escolhi no ano passado.

Para ver o valor de cada acomodação e outras informações sobre o evento para o próximo ano clique aqui.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Hanson Day - parte 3 - Aproveitando tudo até o fim

Não tenho intenção de te assustar, mas preciso contar que ao sair da Dance Party na madrugada de sexta para sábado, já se viam barracas de camping formando fila em frente ao Brady Theater para o show de sábado à noite. Fazia um frio absurdo para o padrão carioca e eu não consigo me imaginar fazendo uma loucura daquelas. Cheguei ao hotel de volta da festa morta de cansada e tudo o que eu queria era dormir, porque deveria estar de pé às 07h da manhã para me aprontar pro boliche. 

*21/05/2016 - Sábado

Boliche

Acordei me sentindo the walking dead de ressaca. Uma das minhas roomies tinha cabado de voltar da fila do show, revezando com outras amigas. Eu acabei entrando numa escala que não sabia que existia. Fomos então para o bendito boliche me juntar ao grupo que o hnet tinha montado de forma totalmente aleatória. Nosso placar estava longe de ser uma coisa bonita, jogamos mal à beça. Apesar de eu gostar muito de boliche (o que não é como dizer que eu jogo bem), eu estava de ressaca e fui ali na possibilidade de ver Zac mais um pouquinho. Terminamos nossa partida e ainda faltavam 2 horas pra entrega de troféus, quando ele de fato apareceria. Daí, soube que seria minha vez de ficar na fila do State of the Band/show. Que legal! Resumindo, nem a premiação eu vi.

Fotos: Instagram @alelubets


Filas / State of the Band

Se tem um dia que você passa mais tempo em filas, é o dia do show. Meu pequeno grupo ficou por lá de meio-dia até o horário em que abririam os portões pro State of the Band. Nesse momento, eles contam os planos futuros e mostram os vencedores do MOEY Awards, exibindo o vídeo e entregando troféus. Não fosse pela parte dos planos da banda, é uma atividade facilmente dispensável. A premiação do MOEY é muito entediante se você não estiver concorrendo ou não tiver uma amiga com chances de ganhar o troféu de macaquinho feito artesanalmente por Zacarias. Assim como o show, o SOTB é um evento gratuito e exclusivo pra membros do fã clube.

Foto: Instagram @alelubets


Show

Conseguimos manter nossa ordem na fila para o show assim como foi para o SOTB graças à uma amiga desapegada que decidiu não assistir a atividade anterior e garantir nosso bom lugar. Eu nunca tinha assistido Hanson em turnê pelo Brasil, então aquele seria meu primeiro show e eu consegui ficar no BEM no centro do palco na primeira fila. Nada mais maravilhoso pra uma Zac girl

Fotos: Instagram @alelubets


O palco era tão baixinho que por vezes eu tive que tirar a mão pro Taylor, naquela empolgação de regente de coral gospel de black music, não pisasse nos meus dedos. Estávamos participando da gravação do EP Play, aprendendo as músicas do zero e ouvindo também as músicas do EP Loud ao vivo pela primeira vez. Estas foram mais fáceis de acompanhar devido aos stream no hnet mostrando o making of, mas as músicas do Play, só mesmo a paciência admirável do Taylor pra ensinar as partes que eles precisavam registrar com a nossa voz. 
Obs.: Normalmente, eu não tenho deslumbramento pelo Taylor mas quando ele está no palco, eu paro pra admirar a paixão que ele tem pela música e a alegria em ver a resposta do público cantando junto. É uma graça! Durante o show (exibido uma semana depois no hnet), me achei no meio do povo por várias vezes com cara de besta olhando o que ele fazia. Não por ser um unicórnio-ser-de-luz, mas por essa paixão dele que é contagiante.

Foto: Instagram desconhecido (não lembro)
Isaac não trocava olhares com ninguém e achei muito interessante vindo de um guitarrista. Porque ô, raça danada! Super respeitoso e só se empolgava mesmo nos solos que nem sempre terminavam bem, mas a gente ama assim mesmo. Inclusive quando Zac trocava a letra das músicas, que é algo que já estou mega acostumada a essa altura. Não quis tirar fotos o tempo todo. Motivo 1: sou péssima fotógrafa. Queria mesmo aproveitar aquela front row, ainda que constrangida por não saber todas as letras e boiar às vezes bem ali na cara deles. Taylor não aprova!


Já cansei de tentar aprender tudo e entrei no grau de rebeldia de aprender o que eu quiser. Já foi tempo que eu parava pra ler encarte pra aprender tudinho. Não tenho mais tempo pra isso. Se nem eles lembram de tudo...
Registrei o momento que cantaram Siren Call. Essa era a minha música queridinha do EP novo. Música de bad, música deprê, mas queridinha. Sem ar depois de tanta bateção de cabelo, meu amor!



*22/05/2016 - Domingo

Depois de um sábado exaustivo e prazeroso, acordar no domingo pensando em arrumar minhas malas já dava certa tristeza. O Hanson Day propriamente dito tinha acabado, mas ainda tinha o Hop Jam naquele domingo com sol de rachar. Dei um pulo da cama quando vi a primeira selfie do dia com um dos irmãos já trabalhando pelas ruas.
Os ingressos para o festival não são comprados no Hanson.net, mas em um site próprio do evento, onde você pode escolher entre vários pacotes. Apenas para a degustação de cerveja, o valor era $35 mas se você quiser entrar na área restrita com duas horas de antecedência (menos fãs circulando, selfies free, irmãos Hanson menos cansados) e alimentação e bebidas não alcoólicas liberadas o dia inteiro em um restaurante digno (e não um bandejão meia-boca de camarote da Bahia), compre o ingresso VIP. Te dá acesso a tudo isso que falei, mais palestras sobre cerveja com Taylor presente. Não gosta de cerveja? E daí? É o Taylor. Vai lá admirar a existência dele no mundo.

No horário liberado para os ingressos mais baratos, a rua começa a encher e se torna mais difícil falar com eles e até dar uma bebericada em uma das cervejas na tenda Hanson Brothers Beer. Não são as melhores do festival, mas tem sempre um deles servindo a galera, então a fila é maior em comparação com as tendas de outras cervejarias.



Mesmo não sendo super fã de cerveja e nem tendo costume de beber, experimentei de várias tendas e cheguei no fim do dia super bem. A quantidade servida é realmente para degustação e não pra te embebedar, o que me fez voltar várias vezes na tenda que servia cerveja de melão que era maravilhosa.

1. Inland Porter, a única das 5 cervejas deles que experimentei; 2. Cerveja de melão.


Fotos

Domingo é o dia oficial para selfies, guarda isso no coração. Parece que virou hábito do evento e tudo o que você ouve nos dias que antecedem ao Hop Jam é: domingo você tira sua selfie. Agora, depois de tê-los visto algumas vezes fico incrivelmente mais tranquila em relação a tirar fotos. Naquela ocasião, ainda que parecesse calma, o coração estava quase saindo pela boca. Não gosto de sentir que estou incomodando e não gosto de me aglomerar em volta esperando só pra pedir uma foto. Como disse no post anterior, troco mil selfies por uma conversa. Prefiro guardar esses momentos comigo... Mas entendo que isso é pessoal. Quanta gente gosta de tirar mil selfies até sozinha, né não?
Parei perto do 3CG quando a rua ainda tinha pouca gente circulando. Tinha acabado de ver Zac entrando no estúdio e fiquei ali parada com cara de nem ligo. Nesse momento, eu estava sozinha, pois as amigas tinham ido almoçar. Quando ele saiu, eu respirei e fui. Ele aparentava ocupado e eu estava quase pedindo desculpa (tenho essa mania) por incomodar. Não daria pra engatar uma conversa ali,  ao menos ele não se importou em parar pra uma foto. 

Fotos: Instagram @alelubets; Twitter @TheHopJam

Chateadíssima com esse boné, quero deixar registrado. mas feliz porque minutos depois da foto, teve RT no twitter do Hop Jam. Ahhh! Que besteira.
Obs.: Lembrei de tocar a tela de bloqueio do meu celular antes dessa viagem. No tempinho que parei pra desbloquear e tirar a foto, ele ficou olhando a tela e me admirei de não tomar o telefone da minha mão pra ele mesmo tirar a foto. Acho bem creepy se ele tivesse visto a própria face congelada na minha tela bloqueada. Às vezes, só às vezes, gosto de parecer normal e equilibrada. Essa era uma oportunidade boa pra isso e uma foto minha com o marido é menos coisa de psicopata.
Preciso contar que mais tarde, fora da área restrita, com a rua lotada de homens barbados mais parecendo um encontro de motoclube, encontramos Zac andando na rua rindo de longe pra gente e cumprimentando quando passou mais perto. Só queria deixar isso aqui! Obrigada.

Me dei por satisfeita e não fazia questão de sair pelas ruas caçando os outros irmãos pra tirar foto também. Eis que eu paro na esquina procurando sinal de wifi, sozinha de novo, checando as redes sociais até que ouço a voz de Isaac bem pertinho. Era ele mesmo parado meio metro à minha frente, esperando o rapaz da tenda pra conferir alguma coisa. Parecia ocupado também e eu não queria pedir nada. Pensei: se Deus quiser, ele vai demorar um pouco mais e eu vou entender isso como um sinal. Depois pensei: que pescoço bonito! E por último, pensei: tá, se alguém pedir foto com ele, eu peço em seguida, como outro sinal divino. Todos os sinais dos céus, eu parei de frescura e pedi logo a foto. Não antes de elogiá-lo pela palestra maravilhosa e agradecer por me receber tão bem na cidade dele, que eu tinha adorado tudo, etc. Ele me deu mega atenção e quem ficou esperando por ele foi o cara da tenda dessa vez. Que-ri-do! 

Foto: Instagram @alelubets
Não vi Taylor pelas ruas por horas e estava com fome de novo, dois motivos pra não procurá-lo. Até então só tinha visto Natalie e Kate gravidinha da Lulu zanzando por lá. As irmãs e os pais deles você vai ver praticamente todos os dias porque trabalham diretamente no evento. Todos extremamente educados e simpáticos. 
Depois de degustar praticamente de todas as tendas e andar kilômetros no vai e vem da mesma rua, precisava de açúcar na minha vida. Paramos na Antoinette Bakery pra comer uma daquelas tortas mara. Inclusive, eles fazem uma torta especial pro dia do Hop Jam, assim como a Glacier Confection que tem bombons especiais pra esse dia.

Hora de voltar pro hotel e terminar de arrumar as coisas.

Cuidado com a loja!!!

Jornais de segunda-feira falando sobre o Hop Jam

Até logo, Tulsa!
Foram dias incríveis, fiz amizades muito especiais e aprendi a me virar sozinha falando outra língua. Me senti realizada por ter tido essa insistência de me colocar à prova com tanta coisa desconhecida. Significou muito pra mim e espero que te ajude e encoraje, não somente pra ir a um evento Hanson, mas pra encarar uma novidade que te dá friozinho na barriga. No fim das contas, quem sai ganhando é você.

Em breve, post sobre BTTI 2017 e minhas experiências na Jamaica.