segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Do. Go. Be. - Show do Hanson no Brasil

Oi, galery!

Faz bastante tempo que não blogo, mas queria começar dizendo que fiquei feliz com a repercussão dos posts anteriores e por muitas de vocês me procurarem nas redes pra compartilhar seus planos. Isso mesmo, vai lá! Do. Go. Be.

O post de hoje não tem dicas comos os outros, mas sim para compartilhar sobre a minha primeira vez vendo Hanson no Brasil. Sim, que vergonha! Fã caquética e nunca tinha ido, não sabia o que esperar. Em turnês anteriores, eu não pude ir por motivos de vacas magras mesmo. Mooo! Quando fiquei grandinha prometi pra mim que não iria mais passar vontade com show nenhum, nem deles nem de ninguém que gostasse (alô, Timberlake!). A vida é muito curta pra não comprar ingressos... e maquiagem.

Vocês lembram que na Jamaica eu estava gravidinha, né?! Pois a boneca nasceu e estava aqui dependendo do restaurante da mamãe, a.k.a. mamazinho. Tratei de deixar um estoque de leite pra passar o dia longe da minha filhota pela primeira vez. Aqui no Rio nós tivemos MOE e eu teria que sair mais cedo ainda. 

Ela é blogueirinha ela


Uma das melhores coisas dos eventos Hanson é conhecer ou rever muita gente boa. Pude abraçar um montão de amiga linda que só conhecia pela internet. 




MOE

Cheguei às 13h no Via Parque e fomos comemorar o aniversário de uma amiga Hanson, a Alexandra, com um bolo Hanson, lógico. Aliás, ela mesma quem fez e trabalha com isso, deem uma olhada no perfil de trabalho no Instagram @belasweetetc, só clicar no link.



O MOE teve um setlist meio duvidoso pro meu gosto, mas eu sou chatinha, então pulem essa parte. Das seis músicas que cantaram, o highlight pra mim foi Best of times.

Amo demais essa música e estar pertinho do Ike foi melhor ainda, hehe. Nunca quero ficar perto do Taylor por causa do piano bloqueando a visão e por ele ser meu menos amado. Ops!


Fotos

Tivemos o momento de perguntas e respostas e em seguida, fotos. Em grupos de dez pessoas, foi bem parecido com Hanson day nesse sentido. Aquele desespero que bate pra conseguir ficar perto do seu brother preferido. Dessa vez, estava focada em ficar perto do Isaac. Você pergunta: mas ela não era Zac girl? E eu te digo: mas ela é doida. 
Depois da foto, a mal educada aqui foi falar com os outros dois rapazes porque eu entrei cegaaa. A gente faz cada coisa! Fico lesada sempre que estou perto deles. Surda, cega e lesa.
Saí abestada por Isaac ter lembrado de mim na Jamaica. “Claro que lembro, como tá a bebê? Com quantos meses ela tá agora?” Definições de best friend atualizadas. 

Eu colocaria a foto do MOE aqui mas cadê, hein, hanson.net?


Show

O show foi maravilhoso e eu fiquei impressionada com a energia dos meninos, principalmente do Taylor. Fiquei cansada só de olhar! Fiquei na primeila fila durante o MOE e na segunda fila na hora do show sem sofrimento e sem empurra-empurra, pra minha surpresa. Já presenciei shows mais problemáticos nesse sentido. Graças a Deus, foi super tranquilo. Aqui, algumas fotos do Rio de Janeiro.



Acompanhei nas redes as amigas que viajaram pra todos os shows pelo Brasil e foi incrível. Superou minhas expectativas! Se você não pode ir dessa vez, não fique triste, se prepare para a próxima. 

Beijos, 
Ale


quarta-feira, 1 de março de 2017

BTTI 2017 - Hanson, praia e paz (é possível!)

Dia 1


 A vibe do resort já te deixa mais relaxada(o) durante o dia pra curtir o show na paz de Deus. Esse ano, o primeiro show estava marcado para às 10h da noite, então tivemos o dia inteirinho livre pra curtir o resort (ou fica sentada em frente ao palco pra garantir primeira fila). Mas veja se tem cabimento vender os rins na OLX pra ficar sentada na areia esperando show começar?! Há quem goste. Tomar uns drinks na praia conversando com as amigas me parece bem mais interessante.

Pra que se preocupar, não é mesmo?
Os participantes votaram (ou sugeriram, não lembro) no site os temas dos shows e na primeira noite o tema foi Rock. A setlist foi muito bem montada porque cantaram musicas do primeiro ao mais recente (2013, bleh) cd que eu sempre quis ouvir ao vivo, como Fired Up, Look At You, You Can't Stop Us, etc. Claro que teve I Believe In A Thing Called Love, porque sim!!!



Dia 2

O dia foi um pouco mais agitado já que teríamos tie dye no final da manhã, show solo do Isaac à tarde, show "acústico" e jogo com Zac depois de tudo.

Tie dye
Os grupos vermelho e verde foram distribuídos pra fazer essa atividade em dias diferentes por motivo de organização. E foi exatamente o que não tivemos no primeiro dia de tie dye. Muita gente circulando e pedindo selfies o tempo todo, inclusive pessoas que eram de outro grupo, os meninos chegando atrasados (porque isso me espanta? Hanson Time!), não tinha luva pra todo mundo e muito menos um espacinho na mesa. 

Observe o tanto de gente!

Cansei de esperar pra fazer a camiseta COM eles e fiz logo do jeito que eu achava que era mesmo. No dia seguinte, eu não estava presente no resort, mas pelas fotos que vi, a atividade pareceu muito mais organizada e em paz. 
Até que não ficou tão péssimo pra primeira vez (pode deixar comentários dizendo que ficou ruim sim) e resolvi mostrar pra Isaac e Taylor, que deixou uma marca da mãozona com tinta vermelha, claramente estragando minha obra de arte com as cores previamente estudadas pra fazer minha brusinha ficar um arraso. Não fui mostrar pra Zac porque ele estava muito bonito. Hahaha, não ri! Aproveitei câmeras amigas e meio que ninguém sabia bem pra onde olhar, mas ta aí.



Shows 

No final da tarde tivemos um show lindo do Isaac que fez todo mundo desidratar de chorar. Muito especial! Mais tarde o show foi acústico e eu já não estava naquele pique de assitir de bem pertinho. Uma das vantagens do BTTI é que você decide o quanto quer estar próxima do palco devido ao número reduzido de pessoas. Em comparação com Hanson day, onde as pessoas dormem na fila um dia antes, é uma baita vantagem. O mais cedo que cheguei pra algum show na ilha foi uma hora antes e fiquei na terceira fila. Acho razoável.



*Sabe porque eu não queria ficar perto? Medo do Isaac. Sempre achei que ele não reparava em nada enquanto estava concentrado lá nos acordes dele. Mas conversando com o rapaz no tie dye, ele disse que lembrou de mim na terceira fila. Oi? Precisamente. Com a camiseta do Hanson baby, aquela que mostrei no post anterior. Sabia onde eu estava e a roupa que eu tava usando? Imagina só o mico de não saber cantar direitinho um monte de músicas enquanto estava sendo julgada. Fiquei assustada e correndo dele em todos os shows!
*Alguém comentou que eu estava grávida e ele perguntou sobre o bebê também com aquele jeitão de pai. Muito queridinho!


Cards against humanity

Zac finalizou as atividades do dia jogando com as fãs que eram sorteadas pra subir ao palco. Não ouso explicar o jogo já que nunca brinquei e vocês podem dizer: que tonta! Não é nada disso. Então, deixa quieto. A melhor pergunta do jogo foi "Como eu perdi a virgindade?". O povo ficou alvoroçado  enquanto ele estava bem soltinho fazendo macaquices.

Meu app de fotos gerou esse gif simpático

Dia 3

Depois de voltar feliz e saltitante do parque dos golfinhos, era hora do show do unicórnio a.k.a. Taylor Hanson. Eis que vem de branco esse ser de luz. Não vou repetir sobre minha simpatia por Taylor no palco, mas não dá pra deixar de comentar que sozinho ele fica mais relaxado porque, não adianta, a gente só vai prestar atenção nele mesmo. Não tem Zac pra perturbar nem Isaac pra rir da zueira ele fica muito felizinho por ser o centro das atenções. Be My Own, I Will Come To You e Save Me foram boas escolhas pro set solo.


À noite, teve show dos convidados mas não assisti nenhum porque nem me dei ao trabalho de conhecer a música dos rapazes, então comer com mais tranquilidade foi a opção antes de ir pro jogo com Isaac.


Family Feud

Mais um joguinho que americano gosta e a gente não faz muita ideia (eu não faço). A brincadeira foi bem longa, acho que mais de duas horas de jogo, mas Isaac tem o poder de me seduzir me entreter mesmo quando o troço é pouco interessante. Daí deu fome de novo e fui atrás de um hamburguer com batata frita na praia. Outro ponto maravilhoso do BTTI: comida à vontade 24h, enquanto em Tulsa você pode ficar à míngua se não se cuidar.

Espero que vocês sejam minhas amigas e me amem a ponto de perdoar a falta de qualidade das minhas fotos.


Dia 4

O último dia de evento foi mais que especial, pra fechar com chave de ouro. Eita, que brega! Seria por causa dessa vista e desse céu lindo? Poderia ser.


Seria porque tínhamos tacos no almoço? Clarooo!


Mentira. É porque sábado foi o dia de foto + Show solo do Zac + Show com tema Members Only (com músicas dos EPs) + Dance party do Taylor. Minha barriga de gestante ficou cansada por antecipação, mas a gente foi lá pra isso, né?
A foto oficial mesmo ficou com a qualidade bem comprometida em comparação às fotos que nosso amigo quiçá best friend tirou da gente.





Como podemos observar, taí demonstração de amor puro, amor sincero e um pouco de ciúmes... do Zac por mim, claro. Nunca o contrário. Já inventei umas 35 legendas diferentes pra essas fotos porque, né, a pessoa não é boa. Mas a preferida e bem sem graça (lógico) é: Tá bom... tá bom, Taylor. Largaa... Ê, minha vez!

Abracei Isaac também mas foi bem rápido porque eu não conseguia raciocinar, falar e abraçar lentamente. Às amigas que já ouviram essa história zilhões de vezes, pulem para o próximo parágrafo. Eu fui chegando toda "abracilda" pra foto, nada de apertar a mão. Só os verei novamente ano que vem por causa do baby e assim me justifiquei, extraindo sorrisos e abraços. Você vê que a pessoa explorou bem a gravidez até o último dia da viagem, nem eu estava mais me aguentando com esse caô. E conforme eu tinha falado com Zacarias antes, se eu conseguir a proeza de dar a luz no dia 6 de Maio, já tenha preparado meu pin super especial, que Taylor pôs o nome de Hanson Baby pin. Veremos!

No fim da tarde, tivemos o último show solo com Zac que estava ridiculamente lindo e afinadinho. Eu nunca tinha ouvido a voz dele em show solo, né. Coisa mais querida! Fez até gostar de No Sleep for Banditos, que sempre pulo no player quando estou ouvindo.
No show de encerramento com músicas dos EPs, eles escolheram mais músicas bacanas que eu esperava ouvir de novo como No Rest For The Weary e Feeling Alive ou pela primeira vez como Freak Out. E que bichou morde taylor toda vez que ele canta Roller Coaster Love e Give a Little? Vixe! Deus abençoe.


A noite fechou com a Dance party do DJ Taylor depois do show. Prometo não criticar, só vou dizer que a playlist dele continua interessante. Aí deixo aberto a várias interpretações. Só relevo por ter tocado Bruno Mars e Justin Timberlake, muito obrigada! Mas tive que sair da festa antes de acabar (nem foi tanto sacrifício assim) pra observar que Seu Zacarias estava lá na praia expondo sua figura. Depois das 22h???? Milagre! Então ficar por lá se tornou mais interessante que dançar Whitney Houston com seus hits de início de carreira.

Sinto que estou esquecendo de contar alguma coisa, mas qualquer dúvida podem perguntar. Ah, em relação ao último dia de evento, acaba sendo o sábado mesmo, pois no domingo é só pra você terminar de organizar as coisas e voltar pra casa.
Espero que tenham gostado desse blog cheio de presepadas e que os posts ajudem em alguma coisa nas suas próximas viagens de fã.

Beijos, 
Alê

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

BTTI 2017 - partindo pra Jamaica

Dias antes de embarcar pra Tulsa, acabei embarcando em outra loucura sem tamanho. Fiz minha reserva para o Back to the Island com uma amiga que tinha conhecido pelo Facebook há 10 dias. A gente ri disso até hoje e graças a Deus nenhuma das duas era psicopata. Quer dizer, acho que não.
Me perguntam sobre qual o melhor evento Hanson, comparando Hanson Day com BTTI... não é fácil comparar porque são bastante diferentes e as duas experiências valem a pena. Vou falar melhor disso mais adiante.

Assim como na viagem pra Tulsa, cheguei uns dias antes na Jamaica pra aproveitar e conhecer um pouco mais o lugar além dos muros do hotel. O resort é ótimo mas a Jamaica é muito linda pra gente ficar presa por 4 dias esperando os shows começarem. Então visitamos o mausoléu de Bob Marley, a Lagoa luminosa, fomos nadar com golfinhos, etc.



Vista do Pipers Cove Resort, vizinho ao Jewel, onde nos hospedamos nos dias anteriores ao evento.

Mausoléu de Bob Marley -  onde ele viveu boa parte da vida e está sepultado junto com sua guitarra. O lugar é super alto astral, com uma banda de reggae tocando ao vivo, guias muito animados e bar com bebidas temáticas.

Em todos os locais durante o passeio na casa do Bob Marley você vê placas avisando que o consumo da "verdinha" é de sua responsabilidade por não ser legalizado, porém pessoas usam e consomem livremente durante o passeio e ninguém é proibido de entrar fumando dentro dos ambientes. 

*Não tenho fotos da Lagoa luminosa porque o passeio é no escuridão total. Até o barco fica com as luzes apagadas para que a gente possa ver a água da lagoa ficar florescente ao ser agitada. Tentei tirar fotos com o telefone usando flash mas não funcionou bem. Pesquisem sobre "luminous lagoon" ou "glistening waters" no google para verem fotos bacanas.

Passados os primeiros dias, era hora de migrar para o resort certo, aquele que nos daria muita alegria revendo amigas, fazendo mais amizades, descansando e vendo Hanson. Não sei se mencionei antes, mas em Janeiro estava grávida de 5 meses e a vibe do evento foi super tranquila. A única chateação era ver o bar liberado e não poder beber, haha. Pedi todos os drinks sem álcool e os bartenders já me conheciam quando me aproximava do balcão. Foi engraçado.


Vista da praia no Jewel Resort.

O evento e os shows tem um número de fãs bem menor que em Tulsa (por volta de 400 pessoas) e as atividades envolvendo a banda são em sua maioria ao final da tarde. As pessoas são menos desesperadas, exceto aquelas que acampam em frente ao palco o dia todo e deixam de aproveitar o resort. Mas realmente não há necessidade disso pra conseguir assistir aos shows em um bom lugar. Eu ia para os shows faltando meia hora ou em cima da hora de começar e ficava na terceira ou, no máximo 5ª, 6ª fileira sem empurra-empurra, sem encostar em ninguém, muito tranquilo pra todo mundo e ainda mais quando viam que eu estava grávida, aí tinham cuidado extra.

Camiseta que ganhei da amiga canadense pra usar no primeiro dia de show.

Vou falar mais sobre cada dia de evento no próximo post.


OBS.: Agora que o próximo BTTI foi anunciado para 2018, recebi umas perguntas sobre pagamento e outros detalhes. Vou tentar explicar rapidinho.

Visto e vacinas

Para entrar na jamaica, você não precisa de visto. Há não ser que faça escala em países com essa exigência. Acredito que atualmente os voos vão pelos EUA e Panamá.
Se você está saindo do Brasil, precisa estar com a vacina de febre amarela em dia. Ela tem validade de 10 anos e precisa ser tomada pelo menos 10 dias antes da viagem. Com isso, se ainda não tem, você precisa do seu cartão internacional de vacinas. Ele é feito no posto da ANVISA, localizado nos aeroportos mesmo. É rápido, não custa nada, fica pronto na hora e você só precisa levar o comprovante do posto ou clínica onde tomou a vacina pra que eles validem.

Entrada

Você tem a opção de ter uma roomie ou ficar sozinha. O valor varia de acordo com o número de pessoas (1 ou 2) e tipo de acomodação, mas a entrada é de $800 por quarto/ $400 por pessoa. 

Parcelamento

Você pode parcelar nas duas formas sugeridas:
* A segunda parcela em 1º de Julho no valor de $1000 por quarto/ $500 por pessoa e o restante em 1º de Outubro.
* Depois do pagamento da entrada, você pode pagar todo dia 1º de cada mês até Outubro. Acho essa opção mais suave e foi a que escolhi no ano passado.

Para ver o valor de cada acomodação e outras informações sobre o evento para o próximo ano clique aqui.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Hanson Day - parte 3 - Aproveitando tudo até o fim

Não tenho intenção de te assustar, mas preciso contar que ao sair da Dance Party na madrugada de sexta para sábado, já se viam barracas de camping formando fila em frente ao Brady Theater para o show de sábado à noite. Fazia um frio absurdo para o padrão carioca e eu não consigo me imaginar fazendo uma loucura daquelas. Cheguei ao hotel de volta da festa morta de cansada e tudo o que eu queria era dormir, porque deveria estar de pé às 07h da manhã para me aprontar pro boliche. 

*21/05/2016 - Sábado

Boliche

Acordei me sentindo the walking dead de ressaca. Uma das minhas roomies tinha cabado de voltar da fila do show, revezando com outras amigas. Eu acabei entrando numa escala que não sabia que existia. Fomos então para o bendito boliche me juntar ao grupo que o hnet tinha montado de forma totalmente aleatória. Nosso placar estava longe de ser uma coisa bonita, jogamos mal à beça. Apesar de eu gostar muito de boliche (o que não é como dizer que eu jogo bem), eu estava de ressaca e fui ali na possibilidade de ver Zac mais um pouquinho. Terminamos nossa partida e ainda faltavam 2 horas pra entrega de troféus, quando ele de fato apareceria. Daí, soube que seria minha vez de ficar na fila do State of the Band/show. Que legal! Resumindo, nem a premiação eu vi.

Fotos: Instagram @alelubets


Filas / State of the Band

Se tem um dia que você passa mais tempo em filas, é o dia do show. Meu pequeno grupo ficou por lá de meio-dia até o horário em que abririam os portões pro State of the Band. Nesse momento, eles contam os planos futuros e mostram os vencedores do MOEY Awards, exibindo o vídeo e entregando troféus. Não fosse pela parte dos planos da banda, é uma atividade facilmente dispensável. A premiação do MOEY é muito entediante se você não estiver concorrendo ou não tiver uma amiga com chances de ganhar o troféu de macaquinho feito artesanalmente por Zacarias. Assim como o show, o SOTB é um evento gratuito e exclusivo pra membros do fã clube.

Foto: Instagram @alelubets


Show

Conseguimos manter nossa ordem na fila para o show assim como foi para o SOTB graças à uma amiga desapegada que decidiu não assistir a atividade anterior e garantir nosso bom lugar. Eu nunca tinha assistido Hanson em turnê pelo Brasil, então aquele seria meu primeiro show e eu consegui ficar no BEM no centro do palco na primeira fila. Nada mais maravilhoso pra uma Zac girl

Fotos: Instagram @alelubets


O palco era tão baixinho que por vezes eu tive que tirar a mão pro Taylor, naquela empolgação de regente de coral gospel de black music, não pisasse nos meus dedos. Estávamos participando da gravação do EP Play, aprendendo as músicas do zero e ouvindo também as músicas do EP Loud ao vivo pela primeira vez. Estas foram mais fáceis de acompanhar devido aos stream no hnet mostrando o making of, mas as músicas do Play, só mesmo a paciência admirável do Taylor pra ensinar as partes que eles precisavam registrar com a nossa voz. 
Obs.: Normalmente, eu não tenho deslumbramento pelo Taylor mas quando ele está no palco, eu paro pra admirar a paixão que ele tem pela música e a alegria em ver a resposta do público cantando junto. É uma graça! Durante o show (exibido uma semana depois no hnet), me achei no meio do povo por várias vezes com cara de besta olhando o que ele fazia. Não por ser um unicórnio-ser-de-luz, mas por essa paixão dele que é contagiante.

Foto: Instagram desconhecido (não lembro)
Isaac não trocava olhares com ninguém e achei muito interessante vindo de um guitarrista. Porque ô, raça danada! Super respeitoso e só se empolgava mesmo nos solos que nem sempre terminavam bem, mas a gente ama assim mesmo. Inclusive quando Zac trocava a letra das músicas, que é algo que já estou mega acostumada a essa altura. Não quis tirar fotos o tempo todo. Motivo 1: sou péssima fotógrafa. Queria mesmo aproveitar aquela front row, ainda que constrangida por não saber todas as letras e boiar às vezes bem ali na cara deles. Taylor não aprova!


Já cansei de tentar aprender tudo e entrei no grau de rebeldia de aprender o que eu quiser. Já foi tempo que eu parava pra ler encarte pra aprender tudinho. Não tenho mais tempo pra isso. Se nem eles lembram de tudo...
Registrei o momento que cantaram Siren Call. Essa era a minha música queridinha do EP novo. Música de bad, música deprê, mas queridinha. Sem ar depois de tanta bateção de cabelo, meu amor!



*22/05/2016 - Domingo

Depois de um sábado exaustivo e prazeroso, acordar no domingo pensando em arrumar minhas malas já dava certa tristeza. O Hanson Day propriamente dito tinha acabado, mas ainda tinha o Hop Jam naquele domingo com sol de rachar. Dei um pulo da cama quando vi a primeira selfie do dia com um dos irmãos já trabalhando pelas ruas.
Os ingressos para o festival não são comprados no Hanson.net, mas em um site próprio do evento, onde você pode escolher entre vários pacotes. Apenas para a degustação de cerveja, o valor era $35 mas se você quiser entrar na área restrita com duas horas de antecedência (menos fãs circulando, selfies free, irmãos Hanson menos cansados) e alimentação e bebidas não alcoólicas liberadas o dia inteiro em um restaurante digno (e não um bandejão meia-boca de camarote da Bahia), compre o ingresso VIP. Te dá acesso a tudo isso que falei, mais palestras sobre cerveja com Taylor presente. Não gosta de cerveja? E daí? É o Taylor. Vai lá admirar a existência dele no mundo.

No horário liberado para os ingressos mais baratos, a rua começa a encher e se torna mais difícil falar com eles e até dar uma bebericada em uma das cervejas na tenda Hanson Brothers Beer. Não são as melhores do festival, mas tem sempre um deles servindo a galera, então a fila é maior em comparação com as tendas de outras cervejarias.



Mesmo não sendo super fã de cerveja e nem tendo costume de beber, experimentei de várias tendas e cheguei no fim do dia super bem. A quantidade servida é realmente para degustação e não pra te embebedar, o que me fez voltar várias vezes na tenda que servia cerveja de melão que era maravilhosa.

1. Inland Porter, a única das 5 cervejas deles que experimentei; 2. Cerveja de melão.


Fotos

Domingo é o dia oficial para selfies, guarda isso no coração. Parece que virou hábito do evento e tudo o que você ouve nos dias que antecedem ao Hop Jam é: domingo você tira sua selfie. Agora, depois de tê-los visto algumas vezes fico incrivelmente mais tranquila em relação a tirar fotos. Naquela ocasião, ainda que parecesse calma, o coração estava quase saindo pela boca. Não gosto de sentir que estou incomodando e não gosto de me aglomerar em volta esperando só pra pedir uma foto. Como disse no post anterior, troco mil selfies por uma conversa. Prefiro guardar esses momentos comigo... Mas entendo que isso é pessoal. Quanta gente gosta de tirar mil selfies até sozinha, né não?
Parei perto do 3CG quando a rua ainda tinha pouca gente circulando. Tinha acabado de ver Zac entrando no estúdio e fiquei ali parada com cara de nem ligo. Nesse momento, eu estava sozinha, pois as amigas tinham ido almoçar. Quando ele saiu, eu respirei e fui. Ele aparentava ocupado e eu estava quase pedindo desculpa (tenho essa mania) por incomodar. Não daria pra engatar uma conversa ali,  ao menos ele não se importou em parar pra uma foto. 

Fotos: Instagram @alelubets; Twitter @TheHopJam

Chateadíssima com esse boné, quero deixar registrado. mas feliz porque minutos depois da foto, teve RT no twitter do Hop Jam. Ahhh! Que besteira.
Obs.: Lembrei de tocar a tela de bloqueio do meu celular antes dessa viagem. No tempinho que parei pra desbloquear e tirar a foto, ele ficou olhando a tela e me admirei de não tomar o telefone da minha mão pra ele mesmo tirar a foto. Acho bem creepy se ele tivesse visto a própria face congelada na minha tela bloqueada. Às vezes, só às vezes, gosto de parecer normal e equilibrada. Essa era uma oportunidade boa pra isso e uma foto minha com o marido é menos coisa de psicopata.
Preciso contar que mais tarde, fora da área restrita, com a rua lotada de homens barbados mais parecendo um encontro de motoclube, encontramos Zac andando na rua rindo de longe pra gente e cumprimentando quando passou mais perto. Só queria deixar isso aqui! Obrigada.

Me dei por satisfeita e não fazia questão de sair pelas ruas caçando os outros irmãos pra tirar foto também. Eis que eu paro na esquina procurando sinal de wifi, sozinha de novo, checando as redes sociais até que ouço a voz de Isaac bem pertinho. Era ele mesmo parado meio metro à minha frente, esperando o rapaz da tenda pra conferir alguma coisa. Parecia ocupado também e eu não queria pedir nada. Pensei: se Deus quiser, ele vai demorar um pouco mais e eu vou entender isso como um sinal. Depois pensei: que pescoço bonito! E por último, pensei: tá, se alguém pedir foto com ele, eu peço em seguida, como outro sinal divino. Todos os sinais dos céus, eu parei de frescura e pedi logo a foto. Não antes de elogiá-lo pela palestra maravilhosa e agradecer por me receber tão bem na cidade dele, que eu tinha adorado tudo, etc. Ele me deu mega atenção e quem ficou esperando por ele foi o cara da tenda dessa vez. Que-ri-do! 

Foto: Instagram @alelubets
Não vi Taylor pelas ruas por horas e estava com fome de novo, dois motivos pra não procurá-lo. Até então só tinha visto Natalie e Kate gravidinha da Lulu zanzando por lá. As irmãs e os pais deles você vai ver praticamente todos os dias porque trabalham diretamente no evento. Todos extremamente educados e simpáticos. 
Depois de degustar praticamente de todas as tendas e andar kilômetros no vai e vem da mesma rua, precisava de açúcar na minha vida. Paramos na Antoinette Bakery pra comer uma daquelas tortas mara. Inclusive, eles fazem uma torta especial pro dia do Hop Jam, assim como a Glacier Confection que tem bombons especiais pra esse dia.

Hora de voltar pro hotel e terminar de arrumar as coisas.

Cuidado com a loja!!!

Jornais de segunda-feira falando sobre o Hop Jam

Até logo, Tulsa!
Foram dias incríveis, fiz amizades muito especiais e aprendi a me virar sozinha falando outra língua. Me senti realizada por ter tido essa insistência de me colocar à prova com tanta coisa desconhecida. Significou muito pra mim e espero que te ajude e encoraje, não somente pra ir a um evento Hanson, mas pra encarar uma novidade que te dá friozinho na barriga. No fim das contas, quem sai ganhando é você.

Em breve, post sobre BTTI 2017 e minhas experiências na Jamaica.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Hanson Day - parte 2 - Cheguei, e agora?

Pense numa pessoa afobada querendo participar de todas as atividades. Assim fui eu! Comprei todos os ingressos disponíveis no site e me envolvi em mais eventos nos quais nem cheguei a comparecer, como sessão de fotos com o Steve Cluck ou o tributo a Bob Dylan, onde eles cantaram algumas poucas músicas. O show nem fazia parte do calendário do evento e lá fui eu comprar ingresso. Por favor, tenham calma! Vocês verão Hanson de graça pelas ruas mais do que podem imaginar.

Assim que divulgarem a agenda do evento, procure se organizar. Anote em algum lugar, faça uma lista, uma planilha... o que funcionar melhor pra você. Eu fiz uma tabela pra me orientar com horário pra tudo, desde o dia em que eu chegava na cidade até a hora de voltar pro Brasil. Você vai fazer tudo? Talvez não. Mas acredito que o que mais aconteceu fora do que planejei foi pra comer alguma coisa ou ir ao hotel tomar banho e trocar de roupa. Às vezes não dá tempo mesmo!

Esta foi a agenda do evento disponibilizada no Hanson.net:

 Esta é a minha:
Provavelmente, você vai precisar da ajuda das amigas que vai encontrar ou que vão com você pra montar sua grade e fazer com que os horários sejam os mesmos em algumas atividades. Se você tem pessoas para conhecer/encontrar, é bom pensar nisso também.

Vou contar o que aconteceu na realidade desde o primeiro dia.

*18/05/2016 - Quarta-feira

Cheguei de manhã na cidade já tenho encontrado uma amiga que alugou carro para bater perna. Nada de descansar. Museu Philbrook, Rota 66, Rio Arkansas, o Golden Driller, passadinha no shopping Woodland Hills. Correria! Almoço no Mexicali sentada estrategicamente em frente ao 3CG pra quem sabe ver alguém antes da hora. Ninguém vai te julgar, amada. Toda fã faz isso fingindo que não tá nem aí, mas vai lá pra ficar de olho, como quem não quer nada.  Também fazem isso na Antoinette Bakery. A gente é doida!

Fotos: Instagram @alelubets
Cheguei no hotel mortinha da Silva, jet lag batendo forte, mais de 24h sem dormir direito. Não teve jeito. Deixei de encontrar umas amigas e perdi a sessão de fotos do Steve Cluck. Pra quem não sabe, é o cara que faz as camisetas I heart Tulsa e Don't hate the 918. Uma amiga estava organizando, era só aparecer, comprar uma das blusas e tirar a foto pra ser exibida ao longo do ano nas redes sociais dele. Não tive pique pra sair e acabei indo pra cama às 20h, depois de beber um chá. Suspeitei que fosse reação da vacina contra gripe que tomei dois dias antes de viajar, mas acho que era só cansaço mesmo.



*19/05/2016 -  Quinta-feira

Era dia de karaokê com Isaac e a lista de músicas havia sido divulgada no hnet. Muitas opções engraçadas, mas cadê coragem pra cantar na frente de um monte de desconhecidos? Fui lendo a caminho do Greenwood District, bairro onde os meninos gravaram o clipe de Thinking 'bout something. Não só por isso, também tínhamos agendado uma visita guiada no Greenwood Cultural Center, que o guia acabou não aparecendo e fizemos a visita por conta própria. Ainda bem que tínhamos feito nossas pesquisas previamente sobre a rebelião racial em Tulsa, uma história triste e trágica que a gente ainda vê pelas calçadas do bairro. Também teve repeteco de Museu Philbrook porque o lugar é lindo demais pra ver uma vez só e fiz questão de acompanhar minhas roomies dessa vez.



Fotos: Instagram @alelubets


Registration 

Certo, agora chega de turistar. Primeira fila do dia: registration. Momento de pegar todos os ingressos que você comprou pelo hnet, mais seu EP, pulseirinhas, camiseta do boliche, tudo o que te devem. Encontrei muitas amigas virtuais pela primeira vez e para minha surpresa, ao descer do carro para ir em direção à fila, quem estava na esquina de bobeira conversando com umas duas ou três fãs uniformizadas? Z-A-C. Eita, eita, eita! Não esperava vê-lo antes de sábado, quando teria o boliche. Mal sabia eu que até lá, o veria zilhões de vezes. Pra resumir, quando atravessamos a rua, as fãs já tinham ido embora e a única pessoa com ele era uma amiga minha. Motivo pra me aproximar? Nem queria. Só precisei dizer oi pra ele dar um sorrisão, estender a mão pra mim e me inserir na conversa. Quem disse que falar sobre o tempo é uma má ideia? Ele não deve achar porque explicou toda a meteorologia de Oklahoma em 15 min, dizendo que se tivesse tornado, sairíamos voando igual a vaca do filme, porém mais estraçalhados. Saí da conversa em direção a loja improvisada no 3CG pra ver se já conseguia comprar alguma coisa. Me senti tão evoluída em sair da conversa antes de acabar, hahaha. Ah, e nada de foto. Teríamos tempo pra isso. Há não ser uma super desfocada que minha amiga tirou das pernas dele enquanto conversava com a gente. Ai, Deus!



1. Fila pra pegar o kit; 2. O kit; 3. Exato momento em que eu estava na fila fingindo que Zac não existia logo atrás de mim.
 Fotos: Instagram @alelubets; a última eu recebi de alguém, talvez um screenshot do Snap.

Demorou bastante até finalmente estarmos com nossos kits em mãos. Ao olhar no relógio, vimos que não teríamos tempo de ir ao hotel e voltar a tempo. Exagero meu! Mas perderíamos algum tempo sim e já começava a se formar uma fila em frente ao Vanguard, onde aconteceria o karaokê.

 Foto: Instagram @alelubets

Karaokê

O karaokê foi uma das melhores atividades do Hanson Day. Isaac não conseguia se aquietar por um minuto. Cantou "A minute without you" (vídeo aqui)  sozinho, só pra quebrar o gelo e fazer a gente perder a vergonha. Não adiantou muito. Foram necessários uns cranberry vodka
Isaac acabou cantando várias músicas com fãs que se aventuraram subir ao palco e em um momento que a colega teve dificuldades com o microfone, não só Isaac tentou ajudar, mas Taylor surgiu do nada pra cantar junto (vídeo aqui). Primeiro dia e já tinha visto os três? Podia até voltar pra casa já.


*20/05/2016 - Sexta-feira

Seria um dia cheio e louco, então precisamos acordar cedo. Amanheceu chovendo e frio pacas, completamente diferente da previsão para aqueles dias. Fomos até à Dwelling Spaces tomar o famoso café com logo Hanson, onde eles fazem espertamente um concurso todo ano pra ver qual irmão recebe mais gorjetas. Não sei o destino desse dinheiro, mas provavelmente fica pra própria loja.


Lógico que Zac ficou com minhas moedinhas! Ah, ele foi o vencedor de 2016. Foto: Instagram @alelubets



Café na mão, partimos pra galeria antes das 9h, horário de abertura. Não se espante ao encontrar uma fila, pois algumas meninas dormem por lá pra garantir levar pra casa um quadro ou outro objeto pintado por Zac. As obras são bem caras - de $400 a $1000 - e você já se sente muito feliz por poder comprar uma foto tirada por Taylor por apenas (?) $40. Essas fotos tem várias cópias disponíveis, então não precisa dormir na fila. Caso não tenha a foto que você escolheu dentre muitas à venda, eles enviam pra você por correio. Prepara pro frete!
Eu era a última da fila quando alguém abriu a porta (que eu estava no caminho). Quem era? Zac de novo! Que. Susto. Maravilhoso. Coisa linda de se ver e muito falante. As duas horas que esperamos para finalmente subir pra sala de exposição foram muito bem gastas com ele falando bobagem pra distrair a gente.

Depois disso, adivinhem só, não daria tempo de trocar de roupa para a foto oficial que começaria ao meio-dia. Olhei pra mim e pensei: não tá ruim, não. Já entrei na fila para as fotos que tinha pelo menos umas 50 pessoas uma hora antes de começar. Levei um batonzinho pra dar uma dignidade e lá estava eu, toda besta entre Taylor e Zac. Num total de 5 cliques, pelo que pude contar, a cada um deles, Taylor catava mais o nosso ombro pra perto com a delicadeza de um pedreiro.



Acho que deu comer nesse dia, já que as palestras começariam às 15h. 


Palestras

A palestra do Isaac foi de longe a melhor de todas. Alguns se sentem desconfortáveis por esse mix de autoajuda e aconselhamento espiritual que às vezes ele segue, mas foi especial demais. Chorava do início ao fim e parecia que ele estava falando só pra mim.



Não lembro muito bem o tempo determinado pra cada palestra, mas claramente Isaac teve mais tempo e taylor parecia correr contra o tempo pra terminar a dele. O tema era "Unwritten" e ele falou sobre não desperdiçar os momentos, não desvalorizar o que você faz, não fazer pouco caso do que você acredita. Ainda tinha um pouco do que Isaac havia acabado de falar, mas a pressa aparente acabou fazendo com que não fosse tão tocante quanto o que tínhamos acabado de experimentar com Ike.


E na palestra de Zac, fizemos as maluquices que ele orientava pra gravar a música Choo choo trains of thought, que era o nome da palestra também. Muitas gargalhadas e vergonha alheia pela dança desengonçada que ele fazia. Foi divertido.



Finalmente, teria um intervalo jantar no Caz's (aquele ingresso do fã-clube) e passar no hotel pra voltar bonita. Claro que nesse intervalo, tive que pular aquele tributo ao Bob Dylan no Cain's Ballroom. Era isso ou um banho decente. Fiquei com o banho! Afinal, em poucas horas estaríamos de volta pra Dance party com DJ Taylor.


Dance Party

A festa foi bem legal e durou até às 2h da manhã porque o DJ chegou atrasado. A playlist é bem interessante e tem cara de ser montada de acordo com o gosto pessoal dele, porque tem hora que você não acredita. Agora que fui à dance party no BTTI também, acho que posso dizer que a do Hanson Day foi bem melhor e o lugar era mais apropriado pra uma festa como aquela.




No próximo post, vou falar sobre as atividades do dia do show e Hop Jam (sábado e domingo). Este post ficou gigantesco. Desculpa!