sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Hanson Day - parte 3 - Aproveitando tudo até o fim

Não tenho intenção de te assustar, mas preciso contar que ao sair da Dance Party na madrugada de sexta para sábado, já se viam barracas de camping formando fila em frente ao Brady Theater para o show de sábado à noite. Fazia um frio absurdo para o padrão carioca e eu não consigo me imaginar fazendo uma loucura daquelas. Cheguei ao hotel de volta da festa morta de cansada e tudo o que eu queria era dormir, porque deveria estar de pé às 07h da manhã para me aprontar pro boliche. 

*21/05/2016 - Sábado

Boliche

Acordei me sentindo the walking dead de ressaca. Uma das minhas roomies tinha cabado de voltar da fila do show, revezando com outras amigas. Eu acabei entrando numa escala que não sabia que existia. Fomos então para o bendito boliche me juntar ao grupo que o hnet tinha montado de forma totalmente aleatória. Nosso placar estava longe de ser uma coisa bonita, jogamos mal à beça. Apesar de eu gostar muito de boliche (o que não é como dizer que eu jogo bem), eu estava de ressaca e fui ali na possibilidade de ver Zac mais um pouquinho. Terminamos nossa partida e ainda faltavam 2 horas pra entrega de troféus, quando ele de fato apareceria. Daí, soube que seria minha vez de ficar na fila do State of the Band/show. Que legal! Resumindo, nem a premiação eu vi.

Fotos: Instagram @alelubets


Filas / State of the Band

Se tem um dia que você passa mais tempo em filas, é o dia do show. Meu pequeno grupo ficou por lá de meio-dia até o horário em que abririam os portões pro State of the Band. Nesse momento, eles contam os planos futuros e mostram os vencedores do MOEY Awards, exibindo o vídeo e entregando troféus. Não fosse pela parte dos planos da banda, é uma atividade facilmente dispensável. A premiação do MOEY é muito entediante se você não estiver concorrendo ou não tiver uma amiga com chances de ganhar o troféu de macaquinho feito artesanalmente por Zacarias. Assim como o show, o SOTB é um evento gratuito e exclusivo pra membros do fã clube.

Foto: Instagram @alelubets


Show

Conseguimos manter nossa ordem na fila para o show assim como foi para o SOTB graças à uma amiga desapegada que decidiu não assistir a atividade anterior e garantir nosso bom lugar. Eu nunca tinha assistido Hanson em turnê pelo Brasil, então aquele seria meu primeiro show e eu consegui ficar no BEM no centro do palco na primeira fila. Nada mais maravilhoso pra uma Zac girl

Fotos: Instagram @alelubets


O palco era tão baixinho que por vezes eu tive que tirar a mão pro Taylor, naquela empolgação de regente de coral gospel de black music, não pisasse nos meus dedos. Estávamos participando da gravação do EP Play, aprendendo as músicas do zero e ouvindo também as músicas do EP Loud ao vivo pela primeira vez. Estas foram mais fáceis de acompanhar devido aos stream no hnet mostrando o making of, mas as músicas do Play, só mesmo a paciência admirável do Taylor pra ensinar as partes que eles precisavam registrar com a nossa voz. 
Obs.: Normalmente, eu não tenho deslumbramento pelo Taylor mas quando ele está no palco, eu paro pra admirar a paixão que ele tem pela música e a alegria em ver a resposta do público cantando junto. É uma graça! Durante o show (exibido uma semana depois no hnet), me achei no meio do povo por várias vezes com cara de besta olhando o que ele fazia. Não por ser um unicórnio-ser-de-luz, mas por essa paixão dele que é contagiante.

Foto: Instagram desconhecido (não lembro)
Isaac não trocava olhares com ninguém e achei muito interessante vindo de um guitarrista. Porque ô, raça danada! Super respeitoso e só se empolgava mesmo nos solos que nem sempre terminavam bem, mas a gente ama assim mesmo. Inclusive quando Zac trocava a letra das músicas, que é algo que já estou mega acostumada a essa altura. Não quis tirar fotos o tempo todo. Motivo 1: sou péssima fotógrafa. Queria mesmo aproveitar aquela front row, ainda que constrangida por não saber todas as letras e boiar às vezes bem ali na cara deles. Taylor não aprova!


Já cansei de tentar aprender tudo e entrei no grau de rebeldia de aprender o que eu quiser. Já foi tempo que eu parava pra ler encarte pra aprender tudinho. Não tenho mais tempo pra isso. Se nem eles lembram de tudo...
Registrei o momento que cantaram Siren Call. Essa era a minha música queridinha do EP novo. Música de bad, música deprê, mas queridinha. Sem ar depois de tanta bateção de cabelo, meu amor!



*22/05/2016 - Domingo

Depois de um sábado exaustivo e prazeroso, acordar no domingo pensando em arrumar minhas malas já dava certa tristeza. O Hanson Day propriamente dito tinha acabado, mas ainda tinha o Hop Jam naquele domingo com sol de rachar. Dei um pulo da cama quando vi a primeira selfie do dia com um dos irmãos já trabalhando pelas ruas.
Os ingressos para o festival não são comprados no Hanson.net, mas em um site próprio do evento, onde você pode escolher entre vários pacotes. Apenas para a degustação de cerveja, o valor era $35 mas se você quiser entrar na área restrita com duas horas de antecedência (menos fãs circulando, selfies free, irmãos Hanson menos cansados) e alimentação e bebidas não alcoólicas liberadas o dia inteiro em um restaurante digno (e não um bandejão meia-boca de camarote da Bahia), compre o ingresso VIP. Te dá acesso a tudo isso que falei, mais palestras sobre cerveja com Taylor presente. Não gosta de cerveja? E daí? É o Taylor. Vai lá admirar a existência dele no mundo.

No horário liberado para os ingressos mais baratos, a rua começa a encher e se torna mais difícil falar com eles e até dar uma bebericada em uma das cervejas na tenda Hanson Brothers Beer. Não são as melhores do festival, mas tem sempre um deles servindo a galera, então a fila é maior em comparação com as tendas de outras cervejarias.



Mesmo não sendo super fã de cerveja e nem tendo costume de beber, experimentei de várias tendas e cheguei no fim do dia super bem. A quantidade servida é realmente para degustação e não pra te embebedar, o que me fez voltar várias vezes na tenda que servia cerveja de melão que era maravilhosa.

1. Inland Porter, a única das 5 cervejas deles que experimentei; 2. Cerveja de melão.


Fotos

Domingo é o dia oficial para selfies, guarda isso no coração. Parece que virou hábito do evento e tudo o que você ouve nos dias que antecedem ao Hop Jam é: domingo você tira sua selfie. Agora, depois de tê-los visto algumas vezes fico incrivelmente mais tranquila em relação a tirar fotos. Naquela ocasião, ainda que parecesse calma, o coração estava quase saindo pela boca. Não gosto de sentir que estou incomodando e não gosto de me aglomerar em volta esperando só pra pedir uma foto. Como disse no post anterior, troco mil selfies por uma conversa. Prefiro guardar esses momentos comigo... Mas entendo que isso é pessoal. Quanta gente gosta de tirar mil selfies até sozinha, né não?
Parei perto do 3CG quando a rua ainda tinha pouca gente circulando. Tinha acabado de ver Zac entrando no estúdio e fiquei ali parada com cara de nem ligo. Nesse momento, eu estava sozinha, pois as amigas tinham ido almoçar. Quando ele saiu, eu respirei e fui. Ele aparentava ocupado e eu estava quase pedindo desculpa (tenho essa mania) por incomodar. Não daria pra engatar uma conversa ali,  ao menos ele não se importou em parar pra uma foto. 

Fotos: Instagram @alelubets; Twitter @TheHopJam

Chateadíssima com esse boné, quero deixar registrado. mas feliz porque minutos depois da foto, teve RT no twitter do Hop Jam. Ahhh! Que besteira.
Obs.: Lembrei de tocar a tela de bloqueio do meu celular antes dessa viagem. No tempinho que parei pra desbloquear e tirar a foto, ele ficou olhando a tela e me admirei de não tomar o telefone da minha mão pra ele mesmo tirar a foto. Acho bem creepy se ele tivesse visto a própria face congelada na minha tela bloqueada. Às vezes, só às vezes, gosto de parecer normal e equilibrada. Essa era uma oportunidade boa pra isso e uma foto minha com o marido é menos coisa de psicopata.
Preciso contar que mais tarde, fora da área restrita, com a rua lotada de homens barbados mais parecendo um encontro de motoclube, encontramos Zac andando na rua rindo de longe pra gente e cumprimentando quando passou mais perto. Só queria deixar isso aqui! Obrigada.

Me dei por satisfeita e não fazia questão de sair pelas ruas caçando os outros irmãos pra tirar foto também. Eis que eu paro na esquina procurando sinal de wifi, sozinha de novo, checando as redes sociais até que ouço a voz de Isaac bem pertinho. Era ele mesmo parado meio metro à minha frente, esperando o rapaz da tenda pra conferir alguma coisa. Parecia ocupado também e eu não queria pedir nada. Pensei: se Deus quiser, ele vai demorar um pouco mais e eu vou entender isso como um sinal. Depois pensei: que pescoço bonito! E por último, pensei: tá, se alguém pedir foto com ele, eu peço em seguida, como outro sinal divino. Todos os sinais dos céus, eu parei de frescura e pedi logo a foto. Não antes de elogiá-lo pela palestra maravilhosa e agradecer por me receber tão bem na cidade dele, que eu tinha adorado tudo, etc. Ele me deu mega atenção e quem ficou esperando por ele foi o cara da tenda dessa vez. Que-ri-do! 

Foto: Instagram @alelubets
Não vi Taylor pelas ruas por horas e estava com fome de novo, dois motivos pra não procurá-lo. Até então só tinha visto Natalie e Kate gravidinha da Lulu zanzando por lá. As irmãs e os pais deles você vai ver praticamente todos os dias porque trabalham diretamente no evento. Todos extremamente educados e simpáticos. 
Depois de degustar praticamente de todas as tendas e andar kilômetros no vai e vem da mesma rua, precisava de açúcar na minha vida. Paramos na Antoinette Bakery pra comer uma daquelas tortas mara. Inclusive, eles fazem uma torta especial pro dia do Hop Jam, assim como a Glacier Confection que tem bombons especiais pra esse dia.

Hora de voltar pro hotel e terminar de arrumar as coisas.

Cuidado com a loja!!!

Jornais de segunda-feira falando sobre o Hop Jam

Até logo, Tulsa!
Foram dias incríveis, fiz amizades muito especiais e aprendi a me virar sozinha falando outra língua. Me senti realizada por ter tido essa insistência de me colocar à prova com tanta coisa desconhecida. Significou muito pra mim e espero que te ajude e encoraje, não somente pra ir a um evento Hanson, mas pra encarar uma novidade que te dá friozinho na barriga. No fim das contas, quem sai ganhando é você.

Em breve, post sobre BTTI 2017 e minhas experiências na Jamaica.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Hanson Day - parte 2 - Cheguei, e agora?

Pense numa pessoa afobada querendo participar de todas as atividades. Assim fui eu! Comprei todos os ingressos disponíveis no site e me envolvi em mais eventos nos quais nem cheguei a comparecer, como sessão de fotos com o Steve Cluck ou o tributo a Bob Dylan, onde eles cantaram algumas poucas músicas. O show nem fazia parte do calendário do evento e lá fui eu comprar ingresso. Por favor, tenham calma! Vocês verão Hanson de graça pelas ruas mais do que podem imaginar.

Assim que divulgarem a agenda do evento, procure se organizar. Anote em algum lugar, faça uma lista, uma planilha... o que funcionar melhor pra você. Eu fiz uma tabela pra me orientar com horário pra tudo, desde o dia em que eu chegava na cidade até a hora de voltar pro Brasil. Você vai fazer tudo? Talvez não. Mas acredito que o que mais aconteceu fora do que planejei foi pra comer alguma coisa ou ir ao hotel tomar banho e trocar de roupa. Às vezes não dá tempo mesmo!

Esta foi a agenda do evento disponibilizada no Hanson.net:

 Esta é a minha:
Provavelmente, você vai precisar da ajuda das amigas que vai encontrar ou que vão com você pra montar sua grade e fazer com que os horários sejam os mesmos em algumas atividades. Se você tem pessoas para conhecer/encontrar, é bom pensar nisso também.

Vou contar o que aconteceu na realidade desde o primeiro dia.

*18/05/2016 - Quarta-feira

Cheguei de manhã na cidade já tenho encontrado uma amiga que alugou carro para bater perna. Nada de descansar. Museu Philbrook, Rota 66, Rio Arkansas, o Golden Driller, passadinha no shopping Woodland Hills. Correria! Almoço no Mexicali sentada estrategicamente em frente ao 3CG pra quem sabe ver alguém antes da hora. Ninguém vai te julgar, amada. Toda fã faz isso fingindo que não tá nem aí, mas vai lá pra ficar de olho, como quem não quer nada.  Também fazem isso na Antoinette Bakery. A gente é doida!

Fotos: Instagram @alelubets
Cheguei no hotel mortinha da Silva, jet lag batendo forte, mais de 24h sem dormir direito. Não teve jeito. Deixei de encontrar umas amigas e perdi a sessão de fotos do Steve Cluck. Pra quem não sabe, é o cara que faz as camisetas I heart Tulsa e Don't hate the 918. Uma amiga estava organizando, era só aparecer, comprar uma das blusas e tirar a foto pra ser exibida ao longo do ano nas redes sociais dele. Não tive pique pra sair e acabei indo pra cama às 20h, depois de beber um chá. Suspeitei que fosse reação da vacina contra gripe que tomei dois dias antes de viajar, mas acho que era só cansaço mesmo.



*19/05/2016 -  Quinta-feira

Era dia de karaokê com Isaac e a lista de músicas havia sido divulgada no hnet. Muitas opções engraçadas, mas cadê coragem pra cantar na frente de um monte de desconhecidos? Fui lendo a caminho do Greenwood District, bairro onde os meninos gravaram o clipe de Thinking 'bout something. Não só por isso, também tínhamos agendado uma visita guiada no Greenwood Cultural Center, que o guia acabou não aparecendo e fizemos a visita por conta própria. Ainda bem que tínhamos feito nossas pesquisas previamente sobre a rebelião racial em Tulsa, uma história triste e trágica que a gente ainda vê pelas calçadas do bairro. Também teve repeteco de Museu Philbrook porque o lugar é lindo demais pra ver uma vez só e fiz questão de acompanhar minhas roomies dessa vez.



Fotos: Instagram @alelubets


Registration 

Certo, agora chega de turistar. Primeira fila do dia: registration. Momento de pegar todos os ingressos que você comprou pelo hnet, mais seu EP, pulseirinhas, camiseta do boliche, tudo o que te devem. Encontrei muitas amigas virtuais pela primeira vez e para minha surpresa, ao descer do carro para ir em direção à fila, quem estava na esquina de bobeira conversando com umas duas ou três fãs uniformizadas? Z-A-C. Eita, eita, eita! Não esperava vê-lo antes de sábado, quando teria o boliche. Mal sabia eu que até lá, o veria zilhões de vezes. Pra resumir, quando atravessamos a rua, as fãs já tinham ido embora e a única pessoa com ele era uma amiga minha. Motivo pra me aproximar? Nem queria. Só precisei dizer oi pra ele dar um sorrisão, estender a mão pra mim e me inserir na conversa. Quem disse que falar sobre o tempo é uma má ideia? Ele não deve achar porque explicou toda a meteorologia de Oklahoma em 15 min, dizendo que se tivesse tornado, sairíamos voando igual a vaca do filme, porém mais estraçalhados. Saí da conversa em direção a loja improvisada no 3CG pra ver se já conseguia comprar alguma coisa. Me senti tão evoluída em sair da conversa antes de acabar, hahaha. Ah, e nada de foto. Teríamos tempo pra isso. Há não ser uma super desfocada que minha amiga tirou das pernas dele enquanto conversava com a gente. Ai, Deus!



1. Fila pra pegar o kit; 2. O kit; 3. Exato momento em que eu estava na fila fingindo que Zac não existia logo atrás de mim.
 Fotos: Instagram @alelubets; a última eu recebi de alguém, talvez um screenshot do Snap.

Demorou bastante até finalmente estarmos com nossos kits em mãos. Ao olhar no relógio, vimos que não teríamos tempo de ir ao hotel e voltar a tempo. Exagero meu! Mas perderíamos algum tempo sim e já começava a se formar uma fila em frente ao Vanguard, onde aconteceria o karaokê.

 Foto: Instagram @alelubets

Karaokê

O karaokê foi uma das melhores atividades do Hanson Day. Isaac não conseguia se aquietar por um minuto. Cantou "A minute without you" (vídeo aqui)  sozinho, só pra quebrar o gelo e fazer a gente perder a vergonha. Não adiantou muito. Foram necessários uns cranberry vodka
Isaac acabou cantando várias músicas com fãs que se aventuraram subir ao palco e em um momento que a colega teve dificuldades com o microfone, não só Isaac tentou ajudar, mas Taylor surgiu do nada pra cantar junto (vídeo aqui). Primeiro dia e já tinha visto os três? Podia até voltar pra casa já.


*20/05/2016 - Sexta-feira

Seria um dia cheio e louco, então precisamos acordar cedo. Amanheceu chovendo e frio pacas, completamente diferente da previsão para aqueles dias. Fomos até à Dwelling Spaces tomar o famoso café com logo Hanson, onde eles fazem espertamente um concurso todo ano pra ver qual irmão recebe mais gorjetas. Não sei o destino desse dinheiro, mas provavelmente fica pra própria loja.


Lógico que Zac ficou com minhas moedinhas! Ah, ele foi o vencedor de 2016. Foto: Instagram @alelubets



Café na mão, partimos pra galeria antes das 9h, horário de abertura. Não se espante ao encontrar uma fila, pois algumas meninas dormem por lá pra garantir levar pra casa um quadro ou outro objeto pintado por Zac. As obras são bem caras - de $400 a $1000 - e você já se sente muito feliz por poder comprar uma foto tirada por Taylor por apenas (?) $40. Essas fotos tem várias cópias disponíveis, então não precisa dormir na fila. Caso não tenha a foto que você escolheu dentre muitas à venda, eles enviam pra você por correio. Prepara pro frete!
Eu era a última da fila quando alguém abriu a porta (que eu estava no caminho). Quem era? Zac de novo! Que. Susto. Maravilhoso. Coisa linda de se ver e muito falante. As duas horas que esperamos para finalmente subir pra sala de exposição foram muito bem gastas com ele falando bobagem pra distrair a gente.

Depois disso, adivinhem só, não daria tempo de trocar de roupa para a foto oficial que começaria ao meio-dia. Olhei pra mim e pensei: não tá ruim, não. Já entrei na fila para as fotos que tinha pelo menos umas 50 pessoas uma hora antes de começar. Levei um batonzinho pra dar uma dignidade e lá estava eu, toda besta entre Taylor e Zac. Num total de 5 cliques, pelo que pude contar, a cada um deles, Taylor catava mais o nosso ombro pra perto com a delicadeza de um pedreiro.



Acho que deu comer nesse dia, já que as palestras começariam às 15h. 


Palestras

A palestra do Isaac foi de longe a melhor de todas. Alguns se sentem desconfortáveis por esse mix de autoajuda e aconselhamento espiritual que às vezes ele segue, mas foi especial demais. Chorava do início ao fim e parecia que ele estava falando só pra mim.



Não lembro muito bem o tempo determinado pra cada palestra, mas claramente Isaac teve mais tempo e taylor parecia correr contra o tempo pra terminar a dele. O tema era "Unwritten" e ele falou sobre não desperdiçar os momentos, não desvalorizar o que você faz, não fazer pouco caso do que você acredita. Ainda tinha um pouco do que Isaac havia acabado de falar, mas a pressa aparente acabou fazendo com que não fosse tão tocante quanto o que tínhamos acabado de experimentar com Ike.


E na palestra de Zac, fizemos as maluquices que ele orientava pra gravar a música Choo choo trains of thought, que era o nome da palestra também. Muitas gargalhadas e vergonha alheia pela dança desengonçada que ele fazia. Foi divertido.



Finalmente, teria um intervalo jantar no Caz's (aquele ingresso do fã-clube) e passar no hotel pra voltar bonita. Claro que nesse intervalo, tive que pular aquele tributo ao Bob Dylan no Cain's Ballroom. Era isso ou um banho decente. Fiquei com o banho! Afinal, em poucas horas estaríamos de volta pra Dance party com DJ Taylor.


Dance Party

A festa foi bem legal e durou até às 2h da manhã porque o DJ chegou atrasado. A playlist é bem interessante e tem cara de ser montada de acordo com o gosto pessoal dele, porque tem hora que você não acredita. Agora que fui à dance party no BTTI também, acho que posso dizer que a do Hanson Day foi bem melhor e o lugar era mais apropriado pra uma festa como aquela.




No próximo post, vou falar sobre as atividades do dia do show e Hop Jam (sábado e domingo). Este post ficou gigantesco. Desculpa!

sábado, 28 de janeiro de 2017

Hanson Day - Parte 1 - Por onde eu começo?

Bom, vou compartilhar com vocês baseada no que eu precisei fazer até finalmente poder embarcar pra Tulsa. Após o Back to the Island em Janeiro de 2016, fiquei muito tentada a participar de algum evento Hanson fora do Brasil, já que não tínhamos nenhuma previsão de uma turnê por aqui até aquele momento. O marido me ouvia por horas fazendo comparações entre o BTTI e o Hanson Day e sempre deu pitaco que o BTTI seria melhor, caso eu tivesse que escolher entre os dois. Mas sabe o que é ouvir falar de Tulsa desde os 12 anos de idade e se coçar pra saber o que tinha naquela água?! E Maio estava logo ali. Não queria esperar até 2017... O que fazer? Não tinha passaporte, muito menos visto, somente o membership do fã clube válido, o que me daria direito a participar de várias atividades sem pagar mais nada, como o show e a foto do meet & greet. Mas ainda precisaria ver passagens e hotel. Ufa, calma lá. Vamos por partes!



Documentos e visto


Duas coisas que tive que providenciar rapidamente foram passaporte e logo depois, visto. Se você ainda não tem passaporte, não é complicado nem demorado. Se já tem, pule essa parte.

Passo a passo pro passaporte:

* Acesse o site da Polícia Federal (documentação necessária);
* Preencha os seus dados nessa página;
* O site vai gerar uma GRU para pagamento;
* Depois de paga a taxa, você poderá agendar atendimento pra tirar foto e levar os documentos;
*Você já sai sabendo a data que o documento estará pronto.

Depois de pedir pra tirar a foto 3x e torrar a paciência do rapaz, ficou assim 

Resolvido isso, no mesmo dia entrei no site da embaixada americana pra preencher o temido formulário DS-160. É danado! Passei uma semana preenchendo. Não por ser tão longo, mas estava morrendo de medo de responder bobagem. Enfim, enviei. Não sem antes pagar outra taxa linda de uns $160 se não me engano. Marcaram minha entrevista no CASV do Humaitá, aqui no Rio, onde só colheriam as impressões digitais e tirariam uma foto (que ficou bizarra, aliás). No mesmo dia, entrevista no Consulado Americano no Centro da cidade. Dia de medo, dia de pavor e a gente ainda tem que estar apresentável. Fizeram perguntas baseadas nas informações que eu havia preenchido no formulário, renda mensal, intenção da viagem, etc. Aprovado! E aquela vontade de sair correndo pelas ruas, abraçando todo mundo?



Hanson.net


Pra confirmar sua presença antecipada no Hanson Day e comprar ingressos para as atividades extras (palestra, dance party, etc) você precisa ser membro do fã clube. Custa $40 por ano - adorava falar Obamas, me recuso a falar Trumps agora. Acho super válido e mesmo que, por enquanto, não seja possível viajar pra ver esses cabras, poder trocar mensagens com eles já vale. A primeira coisa que considerei foi o quanto custava um combo de M&G + ingresso pro show de qualquer artista por aí. Lembro que quando os Backstreet Boys vieram ao Brasil em Junho de 2015, isso não sairia por menos de R$2 mil. Sinceramente, se o membership fosse só pra passar o ano trocando mensagens com Zacarias, já estaria bom. Isaac também, vai. Taylor é um ser mitológico.


Mensagem de boas vindas do Isaac depois de 50 anos que eu tinha entrado no fc. Valeu, querido! 

Sendo membro do fã-clube você pode confirmar presença (RSVP) na página Calendário no hnet agora mesmo. Com isso, logo que colocarem os ingressos das atividades à venda, você poderá comprar. Não precisa se desesperar como eu fiz. Eles não esgotam imediatamente.

As atividades gratuitas costumam ser:

* Show HANSON Day 
* State of The Band - onde eles falam sobre os planos futuros
* Galeria de arte HANSON Day - onde você vê os quadros, peças e fotografias de Zac e Taylor.
* MOEY Awards - que premia os vencedores dos vídeos enviados para cada categoria.
* I Heart Hanson Store - loja improvisada na parte da frente do estúdio deles com poderes sobrenaturais de sugar todo o seu dinheiro. Oportunidade de comprar todo aquele merch sem ligar pra frete, meu Deus. 
* Fotos em grupo (M&G) - momento mais esperado pra entrar na sala com pessoas que não são suas amigas.


Atividades extras, com base em 2016:

* Boliche - times montados aleatoriamente, uma camiseta e aparição do Zac como um raio só no final - $50
* Karaokê, Dance Party e Palestras - aproximadamente $20 cada ingresso.
* Jantar do fã clube - acontecem por duas noites com duas opções de horário, às 18h e 20h. - $20 cada.



Alimentação


Você não precisa se preocupar muito, depois que o evento começa, quase não dá tempo pra comer. Sua vida vai se resumir em filas. O lado positivo é que próximo ao 3CG tem vários cafés, bares e restaurantes. Fazendo um revezamento com as amigas durante o dia, é possível comer direitinho. Uma dica: Jimmy Johns faz entrega na fila e isso é uma mão na roda. 
Os jantares do fã clube te dão um menu limitado e prendem seu tempo em dias que ele é realmente valioso, seja pra voltar ao hotel e tomar um banho ou comer outra coisa além do oferecido pelos restaurantes para o evento.Tive tempo de comer alguma coisa antes ou depois do evento, durante foi realmente difícil. Aqui alguns lugares:

Mexicali 

Caz's Chowhouse 

Dwelling Spaces 

Acima: Frutinhas no All about cha; Café na xícara gigante no Gypsy Coffee House. Abaixo: Corona no Mexicali e burritos do Taco Bueno com litros de Dr. Pepper (Zac experience) de madrugada 


Tudo certo até agora, vamos à última parte:


Hotel e passagens aéreas 


Se você já tem os docs em dia, já pode fazer sua reserva de hotel e passagens com mais antecedência. Eu deixei para fazer por último por dois motivos: queria estar com visto aprovado em mãos e estava procurando roomies pelos grupos, fóruns e comunidades. Não consegui encontrar nenhuma brasileira que fosse, daí pedi ajuda a uma amiga de uma fanpage italiana e rapidamente apareceram duas meninas interessadas. 
Se você pretende ficar bem pertinho de onde tudo acontece durante o evento, você precisa ficar no Fairfield Inn que é o único hotel realmente próximo. O palco do Hop Jam costuma ser montado em frente, dando pra assistir da janela do quarto. Claro que por ser tão cômodo assim, os quartos esgotam rapidamente. Estou falando de um ano de antecedência. Sim, uma semana depois do evento, eles abrem reserva para o ano seguinte. Há não ser que você tenha um bom ciclo de amizades, é bem difícil conseguir um quarto. Porém, não é impossível. Algumas meninas ainda procuram nos grupos de Facebook pessoas interessadas em dividir as despesas. Eu preferi reservar no Aloft Downtown, a 15 minutos a pé do 3CG do que correr o risco de ficar com pessoas desconhecidas e sei lá, chegar com as malas e a pessoa dizer que outra pessoa apareceu... Eu e minhas neuroses. 

Aloft Downtown 

Vista do quarto 

Depois de me conformar em ficar sozinha no quarto, consegui duas roomies do Texas pra dividir as despesas e fomos conversando diariamente por dois meses pra conhecê-las melhor. 
Dei uma olhada ontem no valor de pacotes para o mesmo período e, apesar de o dólar estar mais barato esse ano, os valores quase que dobraram. Fiquei chocada! Tinha planejado ir de novo reservado quarto no Fairfield e tals até descobrir a agradável surpresa da gravidez no final do ano passado. Eles vão sentir minha falta, mas vão superar. :P

Esteja pronta pra bater perna e ficar em pé por horas. 

Sempre levo mais do que preciso. Não usei metade das roupas, principalmente porque o tempo não seguiu conforme a previsão pra aqueles dias. 


Vamos! 

Os grupos no Facebook ajudam bastante a conhecer outras fãs com antecedência, treinar seu inglês e pegar umas dicas com as mais experientes, desde qual roupa levar até o momento certo de pedir uma selfie. Eu não teria aproveitado tanto se estivesse acompanhada de meninas tão inexperientes como eu. 
A comunidade de fãs é muito receptiva e disposta a ajudar. Fiz amizades muito especiais apesar de ser meio bichinho do mato de início. Mas ao pisar em solo americano, tendo que me virar sozinha desde o primeiro dia, me soltei rapidinho e procurei falar com todas as meninas que reconhecia das conversas que tive pela Internet. 


No próximo post, vou falar sobre Hop Jam, as atividades do Hday, o que vale e o que não vale a pena, minha agenda cronometrada pra não perder nada e o contato com os meninos.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Why would you travel to see your favorite band?

After taking a long blogging break, here I am. My interests have changed as well as my point of view and I caught myself debating on what I would like to talk about. Maybe making a new blog? No, I'm not creating another account like I've been doing on Instagram (running multiple accounts for each area of interest a.k.a. bands, trying not to flood my personal account with fangirl posts - failed!). Creating a new login on social media just gets me more anxious and I feel like I need to check every update through the day. Those Whatsapp group chats just creep me out. 
That being said, I'd like to talk about things I love, experiences that I've been through, selfish as it may seem, I admit. From now on, I'm writing a few posts about traveling as a fan. Traveling to see your favorite band feels like killing two birds with one stone. On top of that, you might be able to make friends for life, people who you can talk about all sort of things besides the main subject: the band.
Recently, when I told my ob-gyn I was going to Jamaica, he said that his 30-something son was heading off to Germany just to see his favorite rock band playing live. See? I'm not the only one. 


Before going further, I just want to make that clear


Hanson Day

I went to Tulsa, Oklahoma last year to attend Hanson day that lasts not only for a day but for a whole weekend in their hometown. For those who don't remember who the hell I'm talking about, Wikipedia might be helpful. They released their first album in 1997 and the governor of Oklahoma declared May 6th as Hanson Day. It seems that it was not supposed to be permanent, but no one can control a fandom made of crazy teenagers. So that, the day has been celebrated from 2007-2011 recording Middle of Nowhere Acoustic for example and after that, every year they promote activities for the fans around 3CG studios on Main Street - no references to Beatles/Abbey Road thing. Basically, it's like a big reunion.  



Next post, I'll explain the activities from what I could experience in 2016. They may change from year to year, though.
This video right here is a recap of the event and if you have nothing interesting to do, you might be able to find me not only in the midst of the crowd during the concert but also queuing at the gallery wearing a witch hat as Zac was telling us stories about baby poop and Lego. You know, just another day being Zac "Random" Hanson. 





Back to the Island

This event happens in January and it looks like a summer camp for 30+ fans behave like 12-year-old girls free of judgments. Nooo, just kidding. I hope not to see Zac getting his shirt ripped off by fans ever again. That was a nightmare. Poor guy! Nowadays, we pretend like we don't care whenever they're around, but we're totally freaking out inside. No one needs to know that, right? At least, that's what I do and how I feel every single time. When I found out about BTTI, I tried to relate to the Backstreet Boys Cruise, except for taking place in a beach resort. Maybe not. BSB Cruise is insane, it looks like a strip club from what I could tell by seeing photos over the past years. I don't mean to be offensive but that's how it looks like. I'm a BSB fan but it's kind of embarrassing. 

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Well, BSB and Hanson fans differ from each other when it comes to behavior. believe me, I've been a fan for 20 years now. I feel like BSB enjoy all the 90's frenzy coming back when they're on stage and they live like celebrities, you know, bodyguards and all. I must be fair by saying that some Hanson fans still think that Taylor is a freaking unicorn, a God, whatever. Okay, he's gorgeous but way more approachable. To sum things up, it's more likely to hear hysterical screams and OMG's at a BSB concert. Period. It's a deafening noise I can't even put into words. I should stop making comparisons by now. Let me show you another video.


Except for 2015, when BTTI took place in Cancún, Mexico it's been held in Jamaica since 2013. I'll tell you later how was the trip and my adventures a few days before the event being 5 months pregnant and trying to stay away from any suspicious smoke. Here's my advice: get there a few days earlier or stay for a little longer. It's totally worth it once you have already sold your kidneys on the black market to pay for plane tickets and all, take some time to make sightseeing and have fun.

Next post, if you're traveling internationally to attend Hanson Day, I'll give you some tips about travel expenses, visa, tickets for Hday, etc.


All the best,
Ale

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Porque viajar pra ver sua banda?

Depois de um loooongo período de pausa aqui no blog, resolvi voltar a escrever. Minha dúvida era a questão da mudança de interesses e sobre o que realmente eu gostaria de falar. Pensei em criar outro blog, mas decidi não fazer como faço no Instagram (tenho mil contas diferentes para cada assunto a.k.a banda na intenção de aliviar o meu perfil pessoal de tanta tietagem). Envolver-me em mais redes sociais me cria obrigações que me deixam ansiosa, taí meu pânico por grupos de Whatsapp que não me deixa mentir.
Vamos combinar então que o blog passará a falar de coisas que gosto, por mais egoísta que isso possa parecer. Pretendo fazer uma séries de posts falando sobre as experiências nas minhas viagens como fã. Viajar pra ver sua banda preferida é juntar duas das melhores coisas da vida, sem contar com os amigos que você faz que vão além do assunto principal: a banda. Recentemente, quando avisei meu obstetra que iria pra Jamaica, ele disse que o filho de 30 e poucos anos estava viajando pra Alemanha pra ver uma banda de rock que era muito fã. Viu?! Não sou doida sozinha. 

Já querendo deixar claro aqui minha preferência antes de começar a conversa.

Hanson Day

No ano passado estive em Tulsa, Oklahoma para participar do Hanson Day, que não é só um dia, mas um final de semana na cidade onde os meninos da banda (pra quem não lembra o que é, quem são, de onde vêm os Hanson, nesta sexta-feira no Globo Repórter. Não, wiki ajuda). Em 1997, eles lançaram seu primeiro cd e em Maio do mesmo ano, mais precisamente no dia 06, o governador declarou aquele dia como Hanson Day. Parece que não era pra ser definitivo, mas você já viu alguém conseguir controlar um fã-clube de adolescentes ensandecidas? Assim passou a ser comemorado e de 2007-2011, a cada dois anos, eles passaram a receber os fãs na cidade para ocasiões especiais, como a gravação do Middle of Nowhere Acoustic (2007) e depois disso, anualmente para atividades em volta do estúdio 3CG Records na Main Street (nem queria mesmo comparar com Beatles - Abbey Road). Mais adiante vou contar quais são as atividades e como acontecem, baseada na minha experiência em 2016, mas que podem ser substituídas de um ano pro outro. Esse vídeo aqui mostra um pouco como funciona e, se você procurar com amor, vai me achar no meio do povo tanto no show quanto na fila da galeria (com chapéu de bruxa) enquanto Zac contava histórias de cocô de neném e Lego. Randômico como só ele pode ser! 



Back to the Island

Esse outro evento acontece durante o mês de janeiro e parece um summer camp pras fãs de 30+ se comportarem como adolescentes sem serem julgadas. Não, mentira. Ninguém quer ver umas doidas rasgando a roupa de Zacarias de novo. Agora, nós fazemos cara de paisagem fingindo que está tudo bem, MAS NÃO ESTÁ TUDO BEM! Só que ninguém precisa saber, né non? No começo eu comparava assim: "Ah, é tipo o cruzeiro dos Backstreet Boys só que em um resort?" Sim e não. Cruzeiro do BSB é muito loko, né gente? Praticamente um clube das mulheres pelo que já vi nas fotos das edições passadas e, aqui pra nós, o fandom é bem mais agitado (não encontrei palavra melhor). A impressão que tenho é que BSB se comportas mais como artistas-super-famosos-dos-anos-90 do que Hanson e as fãs que os rodeiam agem mais assim também. Não quero ser injusta e preciso dizer que muitas fãs ainda tratam Taylor Hanson como se fosse um unicórnio encantado. Pra resumir, se ouvem menos gritos histéricos e "ai, meu Deus!". Deixa eu parar de comparar e mostrar aqui outro vídeo.





Exceto pelo ano de 2015, que aconteceu em Cancún, no México, o BTTI tem sido na Jamaica. Também vou contar adiante como foi a viagem e as minhas aventuras fora do resort com meu barrigão de 5 meses na terra da marijuana durante os dias que antecederam o evento. Fica aqui o conselho e talvez eu me repita nos próximos posts: pra que o mundo te veja menos doida e você aproveite melhor essa passagem aérea que lhe custou os rins, vá uns dias antes ou fique depois do evento pra conhecer a cidade em volta e enriquecer mais a sua viagem. 
Dito isso, no próximo post vou falar sobre como se planejar pro Hanson Day (grana, documentos, visto, ingressos, passagens, etc.).

Bjs,
Ale